O Facebook lançou nesta quinta-feira um aplicativo destinado a dispositivos móveis para editar e publicar imagens em sua plataforma, um serviço já prestado pelo popular Instagram, que foi comprado pela rede social há menos de dois meses por US$ 1 bilhão.
O Facebook Camera é gratuito e foi lançado somente para sistemas operacionais iOS, da Apple, segundo indicou a empresa californiana em seu blog.
A ferramenta basicamente reproduz o processo de publicação de fotografias do Facebook, embora traga algumas novidades, entre elas a possibilidade de subir à rede social várias imagens simultaneamente.
O Facebook Camera oferece acesso às fotografias publicadas pelo usuário em seu perfil e às carregadas por seus contatos, tem a função 'curtir' e permite fazer comentários.
O aplicativo inclui um software de edição com um menu de opções pré-definidas muito similar ao existente no Instagram.
A imprensa especializada dos Estados Unidos vê no Facebook Camera um concorrente direto ao Instagram, que ostenta mais de 30 milhões de downloads em dispositivos da Apple e em 2011 foi eleito o melhor aplicativo para iPhone.
'O Instagram estava tomando o controle sobre as fotos em dispositivos móveis, e o Facebook não podia esperar para ver essa empresa avançando enquanto ainda trabalhava para aperfeiçoar o Facebook Camera', disse Mike Isaac, jornalista do blog All Things Digital, pertencente ao grupo 'The Wall Street Journal'. EFE
Por Veja.com
Publicado em 25/05/2012
Foto Globo.com
Google Street View
O Street View, que inicialmente contava com imagens de apenas cinco cidades dos Estados Unidos, caiu no gosto dos usuários e se tornou referência na área. Hoje, as pessoas planejam as suas viagens com base nas informações obtidas através do serviço, algo que antes era necessário se basear em um mapa. O Street View permite que os usuários viagem utilizando a Internet e visualizando as imagens captadas pelas lentes dos veículos especiais do serviço, que passeiam pelas ruas.
Apesar de muito utilizado, poucas pessoas conhecem a história do serviço e seus recursos mais profundamente. Pensando nisso, o TechTudo preparou guia sobre o Street View, abordando desde a criação do serviço, passando pela captura e processamento das imagem, até as formas de acessá-lo.
Viaje com a gente pelo mundo do Street View!
O projeto
O Street View, como vários outros projetos, foi criado durante os 20% de tempo livre que os funcionários do Google têm para inventar as coisas. Utilizando como protótipo o carro de Larry Page, um dos fundadores do Google, para verificarem se o projeto era viável, os funcionários da empresa acoplaram uma câmera no carro de Page.
Em cada um dos carros utilizados pelo Street View, há uma equipe composta por duas pessoas contratadas pelo Google exclusivamente para o serviço. A primeira é o piloto, responsável por guiar o carro pelo trajeto estipulado. Ao seu lado está o co-piloto, cuja função é dar as coordenadas e fazer com que o piloto siga o caminho desejado. Além deles, existe toda uma equipe (que varia de um país para outro) responsável por toda a logística das rotas que serão seguidas pelos carros.
Captura e processamento das imagens
Antes que os carros saiam fotografando, a equipe cuida do planejamento do percurso que será feito com a finalidade de garantir que os veículos captem as melhores imagens. A preocupação vai desde a localização do sol (para evitar muitas sombras) até o clima de uma forma geral. O objetivo é permitir que as imagens sejam captadas nas melhores condições climáticas, evitando assim que as fotografias tenham a qualidade prejudicada por neblinas e chuvas.
Para capturar as imagens disponibilizadas no serviço, o Google utiliza um sistema composto por 16 lentes fixadas no teto dos carros, responsáveis pela captura das imagens em 360º por onde quer que eles passem. Dentro dos veículos, há um computador responsável pelo armazenamento das imagens capturadas. No momento em que cada imagem é captada, o computador registra a localização geográfica através de um GPS, além da velocidade e direção em que o veículo está se locomovendo. Estas informações são primordiais para que, depois, seja possível disponibilizá-las exatamente onde foram captadas.
Após coletadas as imagens, começa o trabalho de processá-las. Em posse de informações como localização, direção e velocidade, como foi visto anteriormente, os servidores do Google se encarregam de juntá-las. Um programa especialmente desenvolvido para o serviço começa, então, a unir as imagens, fazendo uma espécie de costura entre elas com o objetivo de deixar a passagem de uma foto para a outra o mais suave possível.

Sistema do Street View “costura” as imagens para uma melhor visualização
Uma pergunta muito frequente dos usuários é sobre a periodicidade com que as imagens são atualizadas. O Google afirma não haver datas exatas, mas garante que a equipe do projeto não para de trabalhar para garantir que as imagens estejam atualizadas para tornar a experiência do usuário a melhor possível.
Pegman, o mascote
Certamente todos os usuários do serviço conhecem o bonequinho amarelo que é o ícone do Street View. No entanto, poucos sabem que seu nome é Pegman. O motivo é que ele lembra um “peg” (“prendedor de roupas”, em inglês). Utilizado pelo Google como um guia que indica aos usuários do Google Mapas, que uma determinada localidade conta com as imagens em 360º, o mascote do serviço muda de acordo com o local escolhido pelo usuário. Por exemplo, se o usuário navegar pela Legolândia, o Pegman se transformará em um brinquedo lego. Mas, se o usuário visitar a ilha Meia Lua, na Antártida, notará que o Pegman se transformou em um pinguim.
Pegman, mascote do Street View (Foto: Reprodução/Google)
Veículos utilizados
Para fotografar todos os países, o Google enfrenta um grande problema: a diversidade climática imensa que existe na Terra. Ao mesmo tempo em que boa parte das cidades registradas conta com estradas asfaltadas, em outras localidades, o Street View tem que lidar com neve ou com vielas muito estreitas, onde os carros comuns não conseguem passar. Para solucionar o problema, a empresa utiliza quatro meios distintos de locomoção.
Carro e triciclo utilizados para capturar as imagens do Street View (Foto: Reprodução/Google)
Os “carros do Street View” são os veículos mais utilizados pela empresa. Equipado com um computador e um conjunto de 15 lentes que permitem a captura das imagens em 360º, eles podem captar imagens de uma área muito maior que os demais veículos, garantindo uma maior agilidade no processo de fotografar as cidades. Além deles, o Google utiliza o trike, um triciclo equipado com o conjunto de lentes e computador na parte da traseira e é muito utilizado para fotografar grandes locais onde os carros não podem entrar, como estádios de futebol. No Carnaval deste ano, o trike foi utilizado para fotografar a Marquês de Sapucaí, local onde ocorre o desfile das escolas de samba no carnaval do Rio de Janeiro.
Motoneve e carrinho utilizados para capturar as imagens do Street View (Foto: Reprodução/Google)
O Google conta também com mais dois meios de fotografar cenários diferentes. O primeiro é o motoneve, um equipamento feito especialmente para que o Street View possa fotografar montanhas onde a chegada dos carros seria impossível. Da mesma forma que o triciclo, o motoneve conta com um compartimento em que fica armazenado o computador responsável pelo registro das imagens na parte traseira. O segundo é o “carrinho do Street View”, responsável por fotografar museus ao redor do mundo. Chamado pela empresa de Trolley, o equipamento é movido manualmente por um funcionário e foi desenvolvido para conseguir entrar nos museus e contornas esculturas com facilidade.
Street View no Brasil
O lançamento do Street View no Brasil ocorreu em 30 de setembro de 2010 em São Paulo. No dia do lançamento, o serviço disponibilizava imagens apenas das cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e regiões metropolitanas, mas a captação e disponibilização de imagens de outras cidades ocorreu, levando em conta to trabalho de captura e processamento das imagens, muito rapidamente.
Atualmente, o Street View disponibiliza imagens de mais de 100 cidades, distribuídas entre os estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Amazonas. De acordo com o Google, atualmente os veículos estão captando imagens em mais de 70 cidades espalhadas por 24 estados brasileiros.
Mapa destaca, em azul, as regiões do Brasil já fotografadas (Foto: Reprodução/Google)
No país, o Street View foi lançado com uma parceria com a fabricante Fiat utilizando carros do modelo Stilo. Com uma cor nada discreta (vermelha), os veículos chamavam a atenção por onde passaram, despertando a curiosidade das pessoas que não conheciam o serviço. No início de 2011, quando o Google iniciou o processo de atualização das imagens, os veículos foram trocados pelo modelo Captiva, da Chevrolet, que estão sendo utilizados até hoje.
Street View na Amazônia
Lançado oficialmente em 21 de março de 2012, o Street View na Amazônia é um caso que merece destaque. O trabalho, que foi iniciado em agosto de 2011 por equipes brasileiras e norte-americanas do Google, tinha o objetivo de permitir que todo o mundo visualizasse a beleza e diversidade das florestas brasileiras.
Utilizando um triciclo colocado sobre um barco, o Street View na Amazônia passa, ao usuário, a sensação de estar passeando sobre as águas dos rios. Também foram fotografadas comunidades ribeirinhas e este processo contou com o apoio de moradores locais para captar as imagens de parte da floresta da região. Além do triciclo, para captar imagens internas dos estabelecimentos comercias das comunidades, o Google utilizou uma câmera com lente grande angular olho de peixe. Para a criação das visualizações em 360º da Amazônia, foram utilizadas mais de 50 mil fotografias captadas pelos equipamentos.
Casos curiosos e inusitados
Ao longos dos últimos 5 anos, o Street View captou várias cenas curiosas e inusitadas. Em alguns casos, por saberem que os veículos do serviço, pessoas fizeram poses para as câmeras. Em outros, os flagrantes ocorrem de maneira desproposital, mas não menos engraçadas. No Brasil, o serviço captou imagens de pessoas portando arma de fogo, atropelamentos e batidas de automóveis
Recentemente, o TechTudo fez uma coleção de 20 flagrantes registrados pelo serviço, que envolvem uma imagem da garagem onde os carros ficam estacionados em Mountain View, pessoas vestidas com roupa de mergulho ou do famoso tombo de uma mulher em uma calçada na cidade de Belo Horizonte.
Estacionamento dos carros do Street View fotografado pelo próprio serviço (Foto: Reprodução/Google)
Privacidade e processos
Por envolver a captação de imagens, mesmo que públicas, o Street View gera um pouco de preocupação nas pessoas em relação a privacidade. No mundo todo, há diversos processos abertos por pessoas que sentiram a sua privacidade invadida pelo serviço, seja por estarem saindo de um determinado tipo de loja ou pelo fato de os carros terem captado imagens do quintal de uma casa.
No Brasil, um dos casos mais conhecidos é o de um engenheiro de Belo Horizonte que foi flagrado pelas lentes do Street View passando mal em uma rua da capital mineira. O homem alegou ter sido ridicularizado pelo fato de a imagem ter sido veiculada e pediu uma indenização de R$ 500 mil por danos morais ao Google Brasil.
Apesar de este tipo de problema envolvendo o serviço não ser exceção, o processo de tratamento das imagens do Street View conta com sistema de borra, de maneira automática, rostos de pessoas e placas de carro. O objetivo é exatamente o de garantir a privacidade dos usuários. Mas, caso o sistema falhe, os usuários que se sentirem prejudicados contam com a opção “Informar um problema” no canto inferior esquerdo da imagem.
Meios de acesso
Os usuários têm várias opções para acessar o Street View. Se estiverem em seus computadores, podem acessá-lo diretamente pelo navegador utilizando o endereço http://maps.google.com. Sempre que a região visitada contar com a cobertura das imagens em 360º, o Pegman ficará amarelo e o usuário poderá arrastá-lo para a área que quiser visualizar.
Street View sendo acessado através de um iPad (Foto: Reprodução)
Usuários de smartphones e tablets com o sistema operacional Android contam com o app Street View on Google Maps, disponível na loja Google Play. Se o usuário possuir um iPhone, iPad ou iPod touch, contará com o app Mapas que vem instalado nativamente no iOS.

Erro 1) Você não possui recomendações
Se um recrutador procurar por você online e não ver nenhuma recomendação em seu perfil, pode ter a impressão errada sobre você. Para consertar é simples: peça recomendações para seus colegas. Você irá se surpreender com a disposição positiva das pessoas, pois elas também querem ser bem recomendadas.Erro 2) Você possui muitas recomendações
Se você tiver muitas recomendações, todos saberão que você está procurando por um emprego. E na busca pela vaga ideal, é necessário manter a descrição. Exibir recomendações demais pode prejudicar sua credibilidade.Erro 3) Você mente
Por mais auto-explicativa que seja essa dica, algumas pessoas parecem não compreender a extensão desse erro. Em qualquer área dos negócios, online ou não, mentir é sempre um grande erro. Para não cair nessa armadilha e perder o crédito, evite esse tipo de comportamento e qualquer alteração de informações.Erro 4) Você flerta
Esse erro é cometido em grande maioria pelos homens. Aproximar-se dessa maneira de outras pessoas em seus perfis profissionais, numa rede social que não tem nenhum propósito para tal comportamento é muito ruim. Faça isso em outros locais, onde as pessoas esperam receber esse tipo de contato. Você pode procurar por essa pessoa em outra rede social.Erro 5) Você não descreve seu trabalho
Dizer que é especialista não é suficiente, já que pode significar várias coisas diferentes. É importante que você descreva aquilo que faz, para que as pessoas possam ter uma ideia correta de todas as suas capacidades e atribuições.