Avenida Paulista, nº 1765 - 7º andar – Conj. 72
Bela Vista – São Paulo / SP – CEP: 01311-200
+55 (11) 3170.3075
Bookmark and Share
  • Home
  • Serviços
    • Desenvolvimento Sites
    • Links Patrocinados(PPC)
    • Otimização Sites (SEO)
    • Mídias Socias (SMO)
    • Mobile Mídia (MMO)
    • Email Marketing
    • Web Analytics
  • Quem Somos
  • BlogWSI
  • Contato
Peça sua Newsletter

Mais Informações

Peça seu Webscan™

Mais Informações

Nosso Blog

Aqui você acompanhará notícias e novidades sobre Marketing
em Internet,  e-commerce, email marketing e todo tipo de
informação e curiosidade que possa ser útil para que você e
sua empresa estejam sempre atualizados!

Facebook Camera permite edição de imagens, adição de filtros e compartilhamento rápido (Foto: Reprodução) (Foto: Facebook Camera permite edição de imagens, adição de filtros e compartilhamento rápido (Foto: Reprodução)) 

O Facebook lançou nesta quinta-feira um aplicativo destinado a dispositivos móveis para editar e publicar imagens em sua plataforma, um serviço já prestado pelo popular Instagram, que foi comprado pela rede social há menos de dois meses por US$ 1 bilhão.

O Facebook Camera é gratuito e foi lançado somente para sistemas operacionais iOS, da Apple, segundo indicou a empresa californiana em seu blog.

A ferramenta basicamente reproduz o processo de publicação de fotografias do Facebook, embora traga algumas novidades, entre elas a possibilidade de subir à rede social várias imagens simultaneamente.

O Facebook Camera oferece acesso às fotografias publicadas pelo usuário em seu perfil e às carregadas por seus contatos, tem a função 'curtir' e permite fazer comentários.

O aplicativo inclui um software de edição com um menu de opções pré-definidas muito similar ao existente no Instagram.

A imprensa especializada dos Estados Unidos vê no Facebook Camera um concorrente direto ao Instagram, que ostenta mais de 30 milhões de downloads em dispositivos da Apple e em 2011 foi eleito o melhor aplicativo para iPhone.

'O Instagram estava tomando o controle sobre as fotos em dispositivos móveis, e o Facebook não podia esperar para ver essa empresa avançando enquanto ainda trabalhava para aperfeiçoar o Facebook Camera', disse Mike Isaac, jornalista do blog All Things Digital, pertencente ao grupo 'The Wall Street Journal'. EFE

Por Veja.com

Publicado em 25/05/2012

Foto Globo.com

Comentários (0) | Trackbacks (0) | Permalink

O Google Street View completa 5 anos de vida nesta sexta-feira (25). Muito diferente do início, que tinha como protótipo o carro de Larry Page, um dos fundadores da empresa, o serviço atualmente conta com uma frota de centenas de carros e outros veículos para capturar as imagens.

Google Street View (Foto: Reprodução)Google Street View 

O Street View, que inicialmente contava com imagens de apenas cinco cidades dos Estados Unidos, caiu no gosto dos usuários e se tornou referência na área. Hoje, as pessoas planejam as suas viagens com base nas informações obtidas através do serviço, algo que antes era necessário se basear em um mapa. O Street View permite que os usuários viagem utilizando a Internet e visualizando as imagens captadas pelas lentes dos veículos especiais do serviço, que passeiam pelas ruas.


Apesar de muito utilizado, poucas pessoas conhecem a história do serviço e seus recursos mais profundamente. Pensando nisso, o TechTudo preparou guia sobre o Street View, abordando desde a criação do serviço, passando pela captura e processamento das imagem, até as formas de acessá-lo.

Viaje com a gente pelo mundo do Street View!


O projeto

O Street View, como vários outros projetos, foi criado durante os 20% de tempo livre que os funcionários do Google têm para inventar as coisas. Utilizando como protótipo o carro de Larry Page, um dos fundadores do Google, para verificarem se o projeto era viável, os funcionários da empresa acoplaram uma câmera no carro de Page.

Em cada um dos carros utilizados pelo Street View, há uma equipe composta por duas pessoas contratadas pelo Google exclusivamente para o serviço. A primeira é o piloto, responsável por guiar o carro pelo trajeto estipulado. Ao seu lado está o co-piloto, cuja função é dar as coordenadas e fazer com que o piloto siga o caminho desejado. Além deles, existe toda uma equipe (que varia de um país para outro) responsável por toda a logística das rotas que serão seguidas pelos carros.


Captura e processamento das imagens

Antes que os carros saiam fotografando, a equipe cuida do planejamento do percurso que será feito com a finalidade de garantir que os veículos captem as melhores imagens. A preocupação vai desde a localização do sol (para evitar muitas sombras) até o clima de uma forma geral. O objetivo é permitir que as imagens sejam captadas nas melhores condições climáticas, evitando assim que as fotografias tenham a qualidade prejudicada por neblinas e chuvas.

Para capturar as imagens disponibilizadas no serviço, o Google utiliza um sistema composto por 16 lentes fixadas no teto dos carros, responsáveis pela captura das imagens em 360º por onde quer que eles passem. Dentro dos veículos, há um computador responsável pelo armazenamento das imagens capturadas. No momento em que cada imagem é captada, o computador registra a localização geográfica através de um GPS, além da velocidade e direção em que o veículo está se locomovendo. Estas informações são primordiais para que, depois, seja possível disponibilizá-las exatamente onde foram captadas.


Após coletadas as imagens, começa o trabalho de processá-las. Em posse de informações como localização, direção e velocidade, como foi visto anteriormente, os servidores do Google se encarregam de juntá-las. Um programa especialmente desenvolvido para o serviço começa, então, a unir as imagens, fazendo uma espécie de costura entre elas com o objetivo de deixar a passagem de uma foto para a outra o mais suave possível.

Sistema do Street View "costura" as imagens para uma melhor visualização (Foto: Reprodução/Google)

Sistema do Street View “costura” as imagens para uma melhor visualização

Uma pergunta muito frequente dos usuários é sobre a periodicidade com que as imagens são atualizadas. O Google afirma não haver datas exatas, mas garante que a equipe do projeto não para de trabalhar para garantir que as imagens estejam atualizadas para tornar a experiência do usuário a melhor possível.


Pegman, o mascote

Certamente todos os usuários do serviço conhecem o bonequinho amarelo que é o ícone do Street View. No entanto, poucos sabem que seu nome é Pegman. O motivo é que ele lembra um “peg” (“prendedor de roupas”, em inglês). Utilizado pelo Google como um guia que indica aos usuários do Google Mapas, que uma determinada localidade conta com as imagens em 360º, o mascote do serviço muda de acordo com o local escolhido pelo usuário. Por exemplo, se o usuário navegar pela Legolândia, o Pegman se transformará em um brinquedo lego. Mas, se o usuário visitar a ilha Meia Lua, na Antártida, notará que o Pegman se transformou em um pinguim.

Pegman, mascote do Street View (Foto: Reprodução/Google)Pegman, mascote do Street View (Foto: Reprodução/Google)

Veículos utilizados

Para fotografar todos os países, o Google enfrenta um grande problema: a diversidade climática imensa que existe na Terra. Ao mesmo tempo em que boa parte das cidades registradas conta com estradas asfaltadas, em outras localidades, o Street View tem que lidar com neve ou com vielas muito estreitas, onde os carros comuns não conseguem passar. Para solucionar o problema, a empresa utiliza quatro meios distintos de locomoção.

Carro e triciclo utilizados para capturar as imagens do Street View (Foto: Reprodução/Google)Carro e triciclo utilizados para capturar as imagens do Street View (Foto: Reprodução/Google)

Os “carros do Street View” são os veículos mais utilizados pela empresa. Equipado com um computador e um conjunto de 15 lentes que permitem a captura das imagens em 360º, eles podem captar imagens de uma área muito maior que os demais veículos, garantindo uma maior agilidade no processo de fotografar as cidades. Além deles, o Google utiliza o trike, um triciclo equipado com o conjunto de lentes e computador na parte da traseira e é muito utilizado para fotografar grandes locais onde os carros não podem entrar, como estádios de futebol. No Carnaval deste ano, o trike foi utilizado para fotografar a Marquês de Sapucaí, local onde ocorre o desfile das escolas de samba no carnaval do Rio de Janeiro.

Motoneve e carrinho utilizados para capturar as imagens do Street View (Foto: Reprodução/Google)Motoneve e carrinho utilizados para capturar as imagens do Street View (Foto: Reprodução/Google)

O Google conta também com mais dois meios de fotografar cenários diferentes. O primeiro é o motoneve, um equipamento feito especialmente para que o Street View possa fotografar montanhas onde a chegada dos carros seria impossível. Da mesma forma que o triciclo, o motoneve conta com um compartimento em que fica armazenado o computador responsável pelo registro das imagens na parte traseira. O segundo é o “carrinho do Street View”, responsável por fotografar museus ao redor do mundo. Chamado pela empresa de Trolley, o equipamento é movido manualmente por um funcionário e foi desenvolvido para conseguir entrar nos museus e contornas esculturas com facilidade.


Street View no Brasil

O lançamento do Street View no Brasil ocorreu em 30 de setembro de 2010 em São Paulo. No dia do lançamento, o serviço disponibilizava imagens apenas das cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e regiões metropolitanas, mas a captação e disponibilização de imagens de outras cidades ocorreu, levando em conta to trabalho de captura e processamento das imagens, muito rapidamente.

Atualmente, o Street View disponibiliza imagens de mais de 100 cidades, distribuídas entre os estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Amazonas. De acordo com o Google, atualmente os veículos estão captando imagens em mais de 70 cidades espalhadas por 24 estados brasileiros.

Mapa destaca, em azul, as regiões do Brasil já fotografadas (Foto: Reprodução/Google)Mapa destaca, em azul, as regiões do Brasil já fotografadas (Foto: Reprodução/Google)

No país, o Street View foi lançado com uma parceria com a fabricante Fiat utilizando carros do modelo Stilo. Com uma cor nada discreta (vermelha), os veículos chamavam a atenção por onde passaram, despertando a curiosidade das pessoas que não conheciam o serviço. No início de 2011, quando o Google iniciou o processo de atualização das imagens, os veículos foram trocados pelo modelo Captiva, da Chevrolet, que estão sendo utilizados até hoje.


Street View na Amazônia

Lançado oficialmente em 21 de março de 2012, o Street View na Amazônia é um caso que merece destaque. O trabalho, que foi iniciado em agosto de 2011 por equipes brasileiras e norte-americanas do Google, tinha o objetivo de permitir que todo o mundo visualizasse a beleza e diversidade das florestas brasileiras.

Utilizando um triciclo colocado sobre um barco, o Street View na Amazônia passa, ao usuário, a sensação de estar passeando sobre as águas dos rios. Também foram fotografadas comunidades ribeirinhas e este processo contou com o apoio de moradores locais para captar as imagens de parte da floresta da região. Além do triciclo, para captar imagens internas dos estabelecimentos comercias das comunidades, o Google utilizou uma câmera com lente grande angular olho de peixe. Para a criação das visualizações em 360º da Amazônia, foram utilizadas mais de 50 mil fotografias captadas pelos equipamentos.


Casos curiosos e inusitados

Ao longos dos últimos 5 anos, o Street View captou várias cenas curiosas e inusitadas. Em alguns casos, por saberem que os veículos do serviço, pessoas fizeram poses para as câmeras. Em outros, os flagrantes ocorrem de maneira desproposital, mas não menos engraçadas. No Brasil, o serviço captou imagens de pessoas portando arma de fogo, atropelamentos e batidas de automóveis

Recentemente, o TechTudo fez uma coleção de 20 flagrantes registrados pelo serviço, que envolvem uma imagem da garagem onde os carros ficam estacionados em Mountain View, pessoas vestidas com roupa de mergulho ou do famoso tombo de uma mulher em uma calçada na cidade de Belo Horizonte.

Estacionamento dos carros do Street View fotografado pelo próprio serviço (Foto: Reprodução/Google)Estacionamento dos carros do Street View fotografado pelo próprio serviço (Foto: Reprodução/Google)

Privacidade e processos

Por envolver a captação de imagens, mesmo que públicas, o Street View gera um pouco de preocupação nas pessoas em relação a privacidade. No mundo todo, há diversos processos abertos por pessoas que sentiram a sua privacidade invadida pelo serviço, seja por estarem saindo de um determinado tipo de loja ou pelo fato de os carros terem captado imagens do quintal de uma casa.

No Brasil, um dos casos mais conhecidos é o de um engenheiro de Belo Horizonte que foi flagrado pelas lentes do Street View passando mal em uma rua da capital mineira. O homem alegou ter sido ridicularizado pelo fato de a imagem ter sido veiculada e pediu uma indenização de R$ 500 mil por danos morais ao Google Brasil.

Apesar de este tipo de problema envolvendo o serviço não ser exceção, o processo de tratamento das imagens do Street View conta com sistema de borra, de maneira automática, rostos de pessoas e placas de carro. O objetivo é exatamente o de garantir a privacidade dos usuários. Mas, caso o sistema falhe, os usuários que se sentirem prejudicados contam com a opção “Informar um problema” no canto inferior esquerdo da imagem.

Meios de acesso

Os usuários têm várias opções para acessar o Street View. Se estiverem em seus computadores, podem acessá-lo diretamente pelo navegador utilizando o endereço http://maps.google.com. Sempre que a região visitada contar com a cobertura das imagens em 360º, o Pegman ficará amarelo e o usuário poderá arrastá-lo para a área que quiser visualizar.

Street View sendo acessado através de um iPad (Foto: Reprodução)Street View sendo acessado através de um iPad (Foto: Reprodução)

Usuários de smartphones e tablets com o sistema operacional Android contam com o app Street View on Google Maps, disponível na loja Google Play. Se o usuário possuir um iPhone, iPad ou iPod touch, contará com o app Mapas que vem instalado nativamente no iOS.



Por Portal Boa Informacão
Publicado em 25/05/2012
Comentários (0) | Trackbacks (0) | Permalink

Larry Page, CEO do Google 

O Google anunciou esta semana a conclusão da compra da Motorola Mobility, fabricante de celulares e também tablets. O fato impulsionou a leva de rumores acerca do possível lançamento de um Google tablet (não necessariamente o nome oficial do aparelho) ainda em julho, segundo os taiwaneses do Digitimes.

De acordo com o site, o aparelho está sendo desenvolvido em parceria com a Asus e terá 7 polegadas. A expectativa, disseram fontes ouvidas pela publicação, é que a fabricação inicial seja de 600 mil aparelhos. Um número que deve saltar para 2,5 milhões de unidades.

No começo de 2012, o próprio Digitimes havia divulgado que o tablet do Google custaria 199 dólares. O que poderia transformá-lo em um concorrente de peso para o aparelho da Amazon, Kindle Fire, vendido pelo mesmo valor. Além disso, a versão que irá rodar o gadget do Google será o Android 4.0.

Tablets
A categoria de tablets com tamanhos menores, e geralmente mais baratos, tem sido vista como importante oportunidade por outros fabricantes, como a Samsung, por exemplo. Isso porque, no que diz respeito a categorias superiores, o número 1 continua a ser o iPad, da Apple.

Mas isso não significa que a maçã não está de olho nessa fatia de mercado. Especula-se que a empresa esteja preparando o anúncio de um iPad mini. O aparelho, cujo lançamento está previsto para acontecer ainda em 2012, se encaixaria nesta faixa de tamanho e preço.

Em relação ao Google, é bom lembrar que, com a aquisição da Motorola, além da sua linha de eletrônicos, vêm no pacote todas as patentes e tecnologias de mobilidade da empresa. Mais uma forte evidência de que o mercado pode estar na iminência de receber uma versão com o timbre do Google para esquentar ainda mais a disputa na categoria. 

Por Exame.com
Publicado em 24/06/2012
Comentários (0) | Trackbacks (0) | Permalink

No ano passado, Jeff Kurze (à esquerda) encontrou um doador de rim a partir de mensagem publicada por sua esposa no Facebook. Foto: AP 

Uma em cada oito pessoas que procuraram doadores de rim através do Facebook disseram ter conseguido o transplante, segundo dados divulgados pelo site Daily Mail. E são cada vez mais os pacientes que buscam doação de órgãos através das redes sociais.

Pesquisadores do Loyola University Medical Center, em Chicago (EUA), analisaram cerca de 100 páginas no Facebook configuradas para encontrar doadores vivos de rim para pacientes entre dois e 69 anos de idade, e concluíram que a maioria destas páginas obtém sucesso em seus objetivos.

Aproximadamente 30% das pessoas que buscam órgãos pelo Facebook disseram ter conseguido contato com doadores dispostos a realizar exames de compatibilidade. Já um site focado em transplantes para crianças pequenas encorajou mais de 600 pessoas a fazer testes para saber se eram doadoras potenciais. Os pacientes que mais tem obtido sucesso em encontrar gente disponível para testes de compatibilidade são geralmente brancos e tem mais de 50 pessoas compartilhando seus pedidos por órgãos.

Enquanto 37% das páginas são criadas pelos próprios pacientes, 31% são feitas por seus filhos e 32% por outros familiares ou amigos. Algumas páginas pedem simplesmente que as pessoas doem, sem divulgar outras informações. Entretanto, outras páginas publicam informações mais detalhadas sobre os pacientes, incluindo diagnósticos médicos, fotos de família e outros itens de apelo emocional.

Um recente estudo, feito pelo médico Alexander Chang, mostrou que os inconvenientes para quem doa órgãos raramente ganham destaque. Apenas 5% das páginas das páginas mencionam os riscos médicos da doação, enquanto 11% mencionam os custos associados a ela. Os pesquisadores ainda descobriram que 3% das páginas recebem ofertas de vendas de rim, feitas em sua maioria por pessoas que vivem em países de Terceiro Mundo e que geralmente pedem entre US$ 30 mil e US$ 40 mil por órgão - mesmo que a comercialização de órgãos seja considerada ilegal.

A pesquisa acima citada começou em outubro do ano passado. No início deste mês, o Facebook anunciou que fará um serviço voltado à doação de órgãos que permitirá que os usuários compartilhem se são doadores ou não, deixando que seus amigos e famíliares saibam de sua escolha.

No ano passado, o caso do norte-americano Jeff Kurze ganhou destaque: ele sofria de insuficiência renal, precisava de transplante e os médicos o informaram que a fila de espera por um rim demorava em média 5 anos. Mas ele encontrou o doador Ricky Cisco depois que sua mulher compartilhou uma mensagem no Facebook pedindo ajuda. O transplante ocorreu com sucesso em março de 2011.

Por Portal Terra
Publicado em 24/05/2012
Comentários (0) | Trackbacks (0) | Permalink

Fachada da Nasdaq na estreia das ações do Facebook na bolsa 
Acionistas se sentem prejudicados por não terem sido informados da redução de estimativa de receita feita pelos bancos para o Facebook 

O Facebook e os bancos que coordenaram a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da rede social - Morgan Stanley, Goldman Sachs e JPMorgan - estão sendo processados por acionistas que se sentiram enganados ao comprar ações da companhia de Mark Zuckerberg, segundo jornais internacionais.

Os investidores, que entraram com o processo num tribunal federal em Manhattan, se sentem prejudicados por não terem sido informados da redução de estimativa de receita feita pelos bancos para o Facebook. Em meio ao roadshow, momento em que a empresa se apresenta a potenciais investidores, essa redução de estimativa teria sido dita, verbalmente, para um grupo de grandes investidores, deixando os pequenos de lado.

Segundo o Wall Street Journal, o processo é movido por três acionistas. Para eles, as informações que o Facebook adicionou no documento enviado à SEC (órgão que regula as bolsas americanas), no início de maio, não retrataram precisamente o impacto que a dificuldade de gerar receita com usuários móveis teria no crescimento da receita total. “Em março de 2012, nós começamos a incluir histórias patrocinadas no Feed de Notícias dos usuários. No entanto, nós não obtemos atualmente nenhuma receita significativa do uso dos produtos móveis do Facebook, e nossa habilidade para tal não está comprovada”, acrescentou a rede social no documento.

Os investidores teriam perdido, de acordo com a Bloomberg, mais de US$ 2,5 bilhões desde o IPO, realizado na última sexta-feira, 18.

Por Exame.com
Publicado em 23/05/2012
Comentários (0) | Trackbacks (0) | Permalink



Quatro em cada dez empresas com dez ou mais funcionários no Brasil ainda não estão na internet. O resultado é um dos obtidos pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) em sua 7ª pesquisa TIC Empresas 2011, conduzida pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br). Os registros foram obtidos a partir de entrevistas com 5,6 mil empresas com dez ou mais funcionários no Brasil.

De acordo com a pesquisa, 60% das empresas possuem um site ou uma simples página na Internet e quase a totalidade dessas companhias (93%) os utiliza para oferecer informações institucionais. Os recursos menos comuns nesses sites são “sistema de pedidos ou reserva/carrinho de compras” (17%) e “pagamento online/completar transação” (12%), o que sugere a existência de um menor percentual de empresas que ofereçam condições para seus clientes finalizarem pedidos de compra de produtos e serviços online.

Praticamente todas as empresas com dez ou mais funcionários possuem computadores e acesso à Internet (99% e 98% respectivamente). Além disso, aumentaram em índices como a posse de rede LAN com fio e sem fio, que alcançaram, respectivamente, 88% e 68% das empresas. Estes são alguns dos resultados 
“O cenário econômico brasileiro favorável parece ter contribuído para o crescimento regular da infraestrutura tecnológica das empresas brasileiras”, diz Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

A pesquisa revela ainda que o índice de proporção de empresas cujos funcionários têm acesso remoto ao sistema de computadores chegou a 46%.

Impactos de softwares
As atividades que utilizam Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), desde 2005, mais realizadas nas empresas analisadas são “enviar e receber e-mails” (99% delas declararam ter realizado essa atividade em 2011), “buscar informações sobre produtos ou serviços” (92%), e “outras buscas de informação e atividades de pesquisa” (84%). 

Estagnadas seguem outras, em menor proporção, como monitoramento de mercado (59%), uso de mensagens instantâneas (55%), recrutamento de pessoas (39%). Por fim, o uso de telefone (VoIP) e a vídeo conferência via Internet (24%) e a entrega de produtos online (13%), são realizadas por um pequeno grupo de empresas.

“De acordo com o Information Economy Report 2010, da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), as TICs podem dar origem a atividades que não existiam anteriormente, envolvendo a produção de novos bens ou serviços. Além disso, podem alterar a maneira como as atividades existentes são realizadas, levando a um aumento de receitas, redução de custos, melhora da qualidade e maior agilidade”, ressalta Alexandre Barbosa.

A partir dessa edição da pesquisa, o Cetic.br passou a investigar a introdução e os impactos que softwares novos ou aperfeiçoados trouxeram para as empresas brasileiras. “Apesar de ser a primeira coleta, os resultados encontrados indicam que esse uso tem importante papel para melhorar e tornar mais eficientes os processos empresariais”, afirma Alexandre. 

Cerca de um terço das empresas brasileiras introduziu softwares novos ou que passaram por um aperfeiçoamento significativo em sua rotina. Dentre os principais motivos mencionados, o mais citado foi “melhoria de processos e procedimentos internos” (44%). Devido à própria complexidade das empresas médias e grandes, elas foram as que mais adotaram essa prática: essa proporção sobe para 49% e 50%, respectivamente. 

O segundo motivo mais citado foi “ganho de produtividade e eficiência” (22%), em terceiro, o “objetivo de atender a demandas de clientes e fornecedores”, com 12%, e em seguida, com 11%, “a introdução se deu devido ao fato do software já ser integrado ao produto da empresa”. “Diferenciação e adaptação à concorrência” foi o principal motivo da introdução do software novo para apenas 8% das empresas e “viabilização de novas atividades e tarefas” para 7% delas. Todos os resultados da pesquisa TIC Empresas estão disponíveis em http://www.cetic.br/. 


Por Computer World
Publicado em 23/05/2012

Comentários (0) | Trackbacks (0) | Permalink

 

A comissão de juristas do Senado que discute um novo Código Penal aprovou hoje a inclusão de um capítulo para crimes cibernéticos.

O relator da comissão, o procurador regional da República Luiz Carlos Gonçalves, disse que o texto é mais abrangente do que o aprovado na semana passada pelo plenário da Câmara dos Deputados, no calor do episódio do vazamento das fotos da atriz Carolina Dieckmann.

Não há previsão na lei atual para tipificar os crimes contra a inviolabilidade do sistema informático, ou seja, aqueles cometidos mediante uso de computadores ou redes de internet. A polícia, o Ministério Público e a Justiça enquadram tais crimes como delitos comuns.

Os juristas propuseram introduzir ao Código Penal conceitos legais que não existem no atual ordenamento jurídico, como dados de tráfico, provedor de serviços, sistema informativo.

A comissão decidiu considerar como crime o mero acesso não autorizado a um sistema informatizado, mesmo que não repasse os dados. Os juristas entenderam que não é necessário haver prejuízo pessoal ou para empresa para que o crime ocorra. O delito ficará caracterizado se alguém "acessar indevidamente ou sem autorização, por qualquer meio, sistema informático, especialmente protegido, expondo os dados a risco de divulgação ou de utilização indevida".

O crime de acesso indevido é de seis meses a um ano de prisão ou multa. A pena pode ser acrescida de um sexto a um terço caso esse acesso resulte em prejuízo econômico.

O acesso não autorizado que resulte na obtenção de conteúdo de comunicações eletrônicas, segredos comerciais e industriais, informações sigilosas previstas em lei, ou controle remoto indevido do dispositivo invadido, fica configurado o crime de intrusão qualificada, com pena de um a dois anos de prisão e multa.

Perfis falsos - A comissão aprovou ainda um agravante para quem criar e usar um perfil falso de uma pessoa ou empresa na rede. O crime é enquadrado atualmente no delito de falsidade ideológica e, se for cometido em sistemas informatizados ou redes sociais, a pena poderia aumentar em um terço ou até a metade.

O anteprojeto da comissão para o Código Penal é considerado mais amplo do que o aprovado na semana passada pela Câmara porque trata de mais tipos penais do que a proposta apoiada pelos deputados - que veio para análise do Senado.

A comissão de juristas deve apresentar um texto final até junho ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Caberá a ele decidir se propõe um único projeto ou incorpora as sugestões a propostas que já tramitam na Casa.

Por Info Online
Publicado em 22/05/2012
Comentários (0) | Trackbacks (0) | Permalink

Cofundador, Larry Page assumiu o cargo de CEO do Google em 4 de abril do ano passado. Foto: AFP 


Apesar de o Facebook atualmente ser a rede social mais popular do planeta, há quem se oponha de maneira contundente a algumas de suas práticas. Entre os críticos do site está Larry Page, CEO do Google, que afirma que o site está "usando seus usuários como reféns", ao não oferecer opções suficientes para que eles exportem seus dados, de acordo com o site Slashgear.

As críticas foram feitas durante o programa Charlie Rose Show, no qual Page declarou que pensa que é muito ruim o fato de que o Facebook se mantém bastante restrito quanto aos dados que compartilha. Ele afirma que, ao contrário do que acontece no Google, são poucas as chances de que uma postura de abertura seja adotada em breve.

"Digamos, da perspectiva de um usuário... Estou me juntando ao Facebook e quero meus contatos. Para o Google, tudo bem, você pode obtê-los lá. O problema é que o Facebook diz que o Google não pode fazer o processo reverso", afirmou o CEO da empresa. "Os usuários não entendem o que eles estão fazendo. Podem-se adicionar dados, mas não retirá-los. Por isso, só vamos participar do jogo caso eles atuem forma recíproca. Ainda estamos esperando que isso aconteça", complementa.

Page afirma que a desculpa pública dada pelo Facebook para não compartilhar seus dados envolve privacidade de seus usuários. Porém, segundo ele isso não é exatamente verdade, já que a rede social compartilha informações com o Yahoo! sem qualquer uma das restrições impostas ao Google.

Por Portal Terra
Publicado em 22/05/12
Comentários (0) | Trackbacks (0) | Permalink

imagen-relacionada 

Atualmente, as pessoas usam a internet para praticamente todas as etapas do trabalho, inclusive a contratação. Um perfil profissional online pode ajudar você a construir sua imagem de maneira adequada e ainda proporcionar novas oportunidades profissionais. Listamos aqui os oito principais erros cometidos na rede social. Se você ainda não fez um perfil, confira as dicas para não errar. Caso você já possua sua página, veja alguns erros que pode cometer.
  
Os oitos principais erros cometidos no LinkedIn e como consertá-los:

Erro 1) Você não possui recomendações

Se um recrutador procurar por você online e não ver nenhuma recomendação em seu perfil, pode ter a impressão errada sobre você. Para consertar é simples: peça recomendações para seus colegas. Você irá se surpreender com a disposição positiva das pessoas, pois elas também querem ser bem recomendadas.

Erro 2) Você possui muitas recomendações

Se você tiver muitas recomendações, todos saberão que você está procurando por um emprego. E na busca pela vaga ideal, é necessário manter a descrição. Exibir recomendações demais pode prejudicar sua credibilidade.

Erro 3) Você mente

Por mais auto-explicativa que seja essa dica, algumas pessoas parecem não compreender a extensão desse erro. Em qualquer área dos negócios, online ou não, mentir é sempre um grande erro. Para não cair nessa armadilha e perder o crédito, evite esse tipo de comportamento e qualquer alteração de informações.

Erro 4) Você flerta

Esse erro é cometido em grande maioria pelos homens. Aproximar-se dessa maneira de outras pessoas em seus perfis profissionais, numa rede social que não tem nenhum propósito para tal comportamento é muito ruim. Faça isso em outros locais, onde as pessoas esperam receber esse tipo de contato. Você pode procurar por essa pessoa em outra rede social.

Erro 5) Você não descreve seu trabalho

Dizer que é especialista não é suficiente, já que pode significar várias coisas diferentes. É importante que você descreva aquilo que faz, para que as pessoas possam ter uma ideia correta de todas as suas capacidades e atribuições.
 
Erro 6) Você não tem foto

Ter uma boa foto no LinkedIn não significa que você está em um concurso de beleza. Mas, no mundo corporativo a aparência importa. Caso contrário, todas as entrevistas seriam feitas por telefone. As pessoas querem saber com quem estão conversando, investindo e apostando profissionalmente.
  
Erro 7) Você não tem informações variadas

Compartilhar um prêmio, hobby e atividades extra-curriculares é um bom sinal de que você investe em várias áreas, além de sua carreira. É bom adicionar um pouco de personalidade a tudo que você compartilha online, por que acrescenta certa humanidade e descontração.
 
Erro 8) Você muda seu perfil drasticamente

Se você faz grandes mudanças de uma única vez em seu perfil pode incomodar os outros usuários e despertar certa desconfiança. Faça mudanças estratégicas e de forma gradual. Você pode ter certeza que algumas pessoas checam seu perfil regularmente, por isso não dê motivos para comentários negativos.

Por Universia Brasil
Publicado em 15/05/12
Comentários (0) | Trackbacks (0) | Permalink

Olly emite um perfume cada vez que o dono é mencionado em redes como o Twitter e o Facebook. Foto: Divulgação 

Um robô chamado Olly pode revolucionar a maneira como as pessoas interagem com as redes sociais. Conectado ao computador, ele analisa todos os posts enviados e recebidos, e cada vez que o seu dono é citado em comentários, fotos, ou qualquer outro tipo de menção, emite um perfume pré-selecionado.

A ideia é que o robô "recompensa" o dono com a fragrância a cada menção dentre os milhões de posts publicados em redes sociais como o Twitter e o Facebook todos os dias. O criador da novidade, Benjamin Redford, diz que o projeto inicial foi concebido a pedido da empresa de tecnologia Mint e que a ideia é que ele se comunicasse com o usuário mas não a partir de uma tela.

"Nós queríamos dar uma recompensa às pessoas no mundo físico por suas interações sociais e digitais", disse. Não demorou até que o grupo chegasse à conclusão que o olfato seria um bom meio para a recompensa, já que o perfume seria o suficiente para captar a atenção de alguém sem causar muita distração.

"Estamos gradualmente passando cada vez mais tempo em frente a uma tela e é bom ter algum outro tipo de estímulo sensorial ao invés de somente áudio e vídeo", avalia Redford. A empresa já criou também uma segunda versão, que investe em outro sentido: o paladar. Olly ganhou sua primeira "irmã", Polly, que dá ao dono um pequeno doce como um amendoim coberto de chocolate cada vez que um certo número de menções no Twitter é atingido.

Crie o seu

O criador do robô diz que sua licença é aberta e dá a possibilidade de que outras pessoas criem suas próprias versões. A tarefa exige, no entanto, certa familiaridade com eletrônica, impressão em 3D e programação de computador. O site do robô dá instruções detalhadas de como ele pode ser fabricado.

O robô possui uma pequena gaveta na parte traseira, onde o usuário pode pingar a essência do perfume que deseja sentir ao ser mencionado nas redes sociais. Redford diz que Olly está gradualmente se tornando popular em diferentes partes do mundo.

Nos Estados Unidos um chefe programou o robô para emitir uma essência de tortilha cada vez que seus restaurantes são mencionados online. A engenhoca também ganhou popularidade nos departamentos de marketing de empresas. Uma companhia deve distribuir milhares de Olly's como uma campanha a ser lançada no fim do ano.

Por Terra
Publicado em 15/05/12
Comentários (0) | Trackbacks (0) | Permalink


Home I Quem Somos I Serviços I BlogWSI I Contato I Site Map
Copyright © 2011 Research and Management (RAM). Built and Powered byWSI.
Privacy Statement