
A Apple liberou, nesta quarta-feira, o iOS 6, nova versão do seu sistema operacional móvel, para instalação em modelos recentes do iPhone, do iPad e do iPodtouch. Quem fez a atualização deve ter notado que o ícone do YouTube sumiu da tela inicial. Além disso, tocando em Mapas, surge o novo aplicativo da Apple, com mapas licenciados da TomTom e de outras empresas, em lugar do anterior, que usava os mapas do Google.
Muita gente não gostou da troca do app de Mapas, principalmente porque o novo não fornece informações sobre transporte público. Há até um ícone com essa opção mas, quando se toca nele, o Mapas mostra uma lista de aplicativos disponíveis na App Store que oferecem esse tipo de informação. Outra reclamação é que muitos nomes de lugares estão incorretos.
A favor do novo aplicativo, vale dizer que ele mostra as instruções de caminho de forma mais clara que o antigo. Elas aparecem na tela em desenhos que imitam placas de trânsito. Mas os brasileiros não têm instruções por voz, necessárias para quem dirige sozinho. Quem quiser ter esse recurso no iPhone pode comprar o app TomTomBrasil. Seu preço, 40 dólares, é alto para os padrões da App Store. Mas é muito menos do que custa um GPS avulso. Além disso, é possível ter de volta tanto o Google Maps como o YouTube. Vejamos como.
Google Maps
O Google não disse se vai lançar ou não um app do Maps nativo para o iPhone. Enquanto isso não acontece, a solução é instalar o aplicativo da web. No browser Safari do iPhone, navegue até o endereço maps.google.com.br. Toque no botão que mostra um retângulo com uma setinha para a direita e escolha a opção “Adicionar à Tela de Início” (a própria página do Google mostra uma mensagem sugerindo isso). Um ícone para acesso ao Google Maps será acrescentado à tela inicial. Naturalmente, o app da Apple vai continuar lá, de modo que as duas opções ficarão disponíveis.
YouTube
O Google liberou, na semana passada, seu próprio aplicativo do YouTube para o iOS. O app gratuito mostra anúncios antes dos vídeos, como já acontece com o YouTube no PC. Em compensação, dá acesso a um acervo maior de vídeos, incluindo muitos do site VEVO. Clipes musicais das principais gravadoras são oferecidos oficialmente nele.
O usuário também ganha um menu para acesso rápido aos canais que assinou. E o sistema de busca inclui o recurso de autocompletar, inexistente no antigo aplicativo da Apple. O novo app ainda traz funções para compartilhar vídeos via Google+, Facebook, Twitter, e-mail e SMS. Mas ainda há trabalho a fazer: embora funcione no iPad, o app não está otimizado para uso no tablet da Apple.
Por Exame.com
Publicado em 20/09/12
A empresa Webvio criou um novo aplicativo destinado aos apaixonados pelos "melhores amigos do homem". O Dogsly, como é chamado, é um lugar idealizado para procurar, compartilhar e se entreter com fotos de cães de todo o mundo.
Com uma plataforma extremamente similar ao Instagram, é possível fazer o compartilhamento das fotos de seu animal de estimação com vários filtros e efeitos. Visualizando a galeria de toda a comunidade existente, você pode deixar comentários, curtir (que eles chamam de “Love it”) e também postar suas fotos preferidas no seu perfil do Twitter.
Na parte dos filtros, selecionáveis antes de você postar a foto, o aplicativo permite adicionar efeitos de envelhecimento, lomografia e descolorização, além de vir com ferramentas para cortar a imagem, colocar bordas, ou até mesmo desenhar sobre elas. Tudo isso é oferecido com a tecnologia nativa da ferramenta de edição Aviary.
O Dogsly é disponibilizado apenas para iPhones, através de download gratuito na iTunes Store. Ainda não há previsão para o seu lançamento no Android.O aplicativo é totalmente integração aoTwitter. Através da própria rede, basta utilizar a hashtag #dogsly para que a imagem do seu bichano entre na galeria da rede.
Via The Next Web (Techtudo)

Parceria entre operadora e ONG espera levar dicas para a web para cerca de 500 mil pessoas; guia também está disponível no iPhone, iPad e aparelhos Android.
A operadora GVT e a ONG Comitê para Democratização da Informática (CDI) anunciaram o lançamento da nova versão do Guia para o Uso Responsável da Internet, o GURI 4.0.
Entre as novidades do novo GURI, que é mantido desde 2008, estão a inclusão de 10 histórias em quadrinhos e textos inéditos sobre como usar a web de forma segura e responsável, além do lançamento de versões do guia para tablets e smartphones Android e iOS (iPhone e iPad), cada vez mais presentes no Brasil – todos os aplicativos são gratuitos.
Ao acessar o site (www.internetresponsavel.com.br), o usuário pode escolher entre três perfis: crianças, pais ou professores. Os temas abordados na página incluem Perigos na Internet (crimes virtuais, pedofilia, cyberbullying, entre outros temas), Boas Maneiras na rede (para adultos e crianças) e Lixo Eletrônico (explicando o que é e porque é nocivo). Além disso, todos os perfis possuem seções específicas.
Os pais, por exemplo, podem aprender mais sobre como usar a web com os seus filhos, enquanto que as crianças encontram dicas de jogos, brincadeiras e sites legais para visitar. Já os professores têm a opção de acessar sugestões de como ensinar usando a Internet.
Apesar do foco nas edições online, o GURI 4.0 também recebeu uma versão impressa, com tiragem de 50 mil exemplares, que serão distribuídos para associações e LAN houses afiliadas à CDI. É possível baixar essa versão impressa em PDF no site do projeto.
Segundo a GVT, a meta com a nova edição do guia é levar esse conteúdo para mais de 500 mil pessoas – vale lembrar que mais de 1 milhão de brasilerios já foram beneficiados pela iniciativa, afirma a operadora.

Guia agora tem versão para iPhone e iPad
Publicado em 08/12/11
Ativistas norte-americanos da União Americana de Liberdades Civis (ACLU, no inglês) acusam o Siri, assistente pessoal do iPhone 4S, de tomar partido na discussão sobre a legalização do aborto. Eles usam como justificativa respostas do aplicativo a questões sobre aborto e métodos contraceptivos: o Siri se diz incapacitado de responder, encaminha o usuário para um centro de apoio à mulheres em crise na gravidez ou afirma que não foi capaz de encontrar nenhuma clínica de aborto.
Os ativistas comparam as respostas do Siri: ao passo que não oferece retornos sobre contraceptivos e aborto, o serviço não tem dificuldades em encontrar strippers, telefones de prostitutas e farmácias onde você pode comprar medicamentos contra a impotência.
A ACLU deu início a uma petição na internet para que a Apple corrija o problema, “garantindo as pessoas respostas conforme elas precisem”. A organização ativista vai além, dizendo que clínicas de apoio à mulheres em crise na gravidez não são equivalentes à clínicas que podem realizar aborto nos países onde a prática é legalizada.
Embora a hipótese de mera falha na programação não possa ser descartada, os ativistas chamam a atenção para o fato de que o Siri embasa seus resultados em buscas do Google e outros serviços de busca – informação que é confirmada por Norman Winarsky, um dos criadores do Siri antes da plataforma ser comprada pela Apple em 2010. Como as buscas no Google e em qualquer buscador oferecem enorme quantidade de respostas sobre métodos contraceptivos e aborto, isso sugere, segundo reportagem do jornal inglês Daily Mail, que a Apple deliberadamente impôs um filtro no assistente, tornando-o “pró-vida” e anti-aborto.
Normam Winarsky declarou ao jornal norte-americano The New York Times que, em princípio, o sistema não incluía filtros deste tipo. No entender de Norman, a Apple preparou o Siri para buscar informações sobre serviços locais, como clínicas, bares e mesmo strippers. “Provavelmente a Apple não prestou muita atenção nos resultados que apareceram” e isso explicaria as discrepâncias.
A Apple ainda não se manifestou sobre as acusações sobre má fé e politização do serviço, e os ativistas da ACLU prometem lançar uma petição na internet.
Por Daily Mail
Publicado em 02/12/11
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) homologou a Apple TV, aparelho da Apple que permite ver filmes, programas de TV, músicas e fotos em TVs, no Brasil. O certificado de homologação, por tempo indeterminado, foi emitido pela agência no último dia 22. A homologação do produto reforça a proximidade do lançamento da iTunes Store no Brasil, já que a Apple TV permite que o usuário assista filmes e músicas sejam comprados por meio da loja da Apple a partir da própria TV.

Foto da Apple TV aparece na documentação submetida à Anatel
Segundo o Portal iG apurou, a Apple está em negociação de direitos autorais com gravadoras de música no Brasil para que possa lançar a iTunes Store, loja de músicas e filmes, no Brasil. Segundo Aloysio Reis, presidente da União Brasileira das Editoras de Música (Ubem), a Apple diz que a chegada da iTunes Store ao Brasil está prevista "para já". A informação, porém, não é confirmada pela Apple.
A Apple TV é uma pequeno adaptador que funciona conectado à TV por meio de um cabo HDMI. O produto permite acessar conteúdo armazenados no iCloud, serviço de backup em nuvem da Apple, além de conteúdo armazenado no computador do usuário por meio da rede Wi-Fi existente.
Por meio do software iTunes, todo o conteúdo é sincronizado e fica disponível para acesso por meio da Apple TV, inclusive as fotos. O produto vem com um pequeno controle remoto que permite controlar todas as funções do aparelho.
A Apple TV também permite que o usuário acesse serviços de streaming de filmes, como o Netflix, que chegou recentemente ao Brasil. Além disso, possui telas de acesso ao YouTube, Vimeo e Flicker. Nos Estados Unidos, onde o produto foi lançado em setembro de 2006, o produto com 160 GB de memória custa US$ 99 (R$ 184).
A Apple não confirma a chegada da Apple TV ao Brasil, mas, com a homologação da Anatel, o produto pode chegar às lojas a qualquer momento. Além da Apple TV, a Anatel já homologou o iPhone 4S, que a Apple deve começar a vender até o final do ano no Brasil. Apesar de não anunciar a chegada de produtos com antecedência, ao que parece a Apple deve lançar diversos produtos no País em breve.
Por Portal IG
Publicado em 28/11/11
Problemas na fabricação de cartões atrasaram chegada da loja, mas Apple já negocia direitos autorais com gravadoras de música
Com oito anos de atraso, a popular iTunes Store, loja de músicas e vídeos da Apple, deve começar a funcionar no Brasil no início de 2012. Com a chegada da loja, usuários do iPhone, iPod Touch e iPad poderão comprar músicas, filmes e séries de TV no Brasil por meio de cartões pré-pagos comprados em lojas de varejo e redes de supermercado de todo o País.
A empresa já está em fase final de negociações com gravadoras brasileiras para poder vender músicas na iTunes Store. Segundo Aloysio Reis, presidente da União Brasileira das Editoras de Música (Ubem) e diretor geral da Sony/ATV Music Publishing no Brasil, executivos da matriz da Apple afirmam que a chegada da iTunes no Brasil está prevista “para já”. Procurada pelo iG, a Apple não comentou o assunto.
“Estamos conversando com o pessoal da matriz da Apple há cerca de um mês e esperamos concluir o acordo até o final de novembro”, diz Reis. A Ubem representa mais de 90% das gravadoras de música no Brasil. Segundo Reis, o acordo deve seguir o modelo adotado em outros países: a Apple pagará os direitos autorais de cada música baixada para cada gravadora local. No caso de músicas produzidas fora do Brasil, a gravadora local repassará o valor à gravadora responsável pelo artista.
Acordos sobre rádios e vídeos
Como a Apple oferece outros conteúdos na iTunes Store, como acesso a rádios virtuais e vídeos, a Apple também deve negociar com outras entidades no Brasil. No caso da transmissão de rádio via iTunes, a Apple terá que pagar os direitos sobre a reprodução por meio de streaming ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad).
“A mensalidade para execução de música pela internet é equivalente a 10% da cobrada a uma rádio convencional”, explica Marcio Fernandes, gerente executivo de arrecadação do Ecad, que também recolhe os direitos autorais de serviços de assinatura de música via streaming, como o OiRdio.
Além de repassar os direitos autorais sobre os vídeos para as produtoras, a Apple também terá que entrar em acordo com o Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação (Dejus) do Ministério da Justiça para oferecer filmes e séries de TV no País. Ela precisará mostrar em sua loja virtual a classificação indicativa em vigor no Brasil – o que se recusou a fazer no caso dos games, que até hoje não chegaram à App Store brasileira.
“Se a classificação dos vídeos não estiver de acordo, a loja não pode operar no Brasil”, diz Davi Pires, diretor adjunto do Dejus. Ao que parece não será tão difícil. No caso dos filmes e séries de TV, a Apple já atende a classificação indicativa imposta pelos diversos países onde atua. Nos Estados Unidos, por exemplo, a classificação dos filmes é definida pela Motion Picture Association of America e está disponível para consulta por meio da própria loja.
Fabricação de cartões atrasa lançamento
A Apple planejava lançar a iTunes Store no Brasil em outubro. No entanto, os fabricantes dos cartões pré-pagos, que permitem comprar na iTunes Store sem cartão de crédito, avisaram a Apple que não conseguiriam entregar os pedidos a tempo. A escassez de fabricantes tem a ver com o material plástico dos cartões. Chamado Ingeo, este biopolímero é fornecido no Brasil apenas pela Cargill e há poucos fabricantes locais especializados em produzir estes cartões.Somente um dos três fornecedores que fabricam este tipo de cartão poderia atender a Apple ainda este ano”, diz o funcionário de um dos varejistas consultados pelo iG. Com a escassez de fabricantes, que precisariam participar de uma concorrência para fornecer o produto para a Apple, a empresa teria decidido adiar o lançamento da loja no Brasil.
As revendas oficiais da Apple, que também devem vender os cartões pré-pagos da iTunes Store, não comentaram o assunto.
Até agora, somente brasileiros que possuem conta do iTunes em um dos 36 países onde a loja funciona (na América Latina, somente México e Costa Rica possuem uma iTunes local) conseguem comprar músicas e vídeos na iTunes Store. Mesmo assim, só é possível comprar músicas com o uso dos cartões pré-pagos da Apple, já que para usar o cartão de crédito é preciso que o endereço da fatura esteja localizado nos Estados Unidos.
Com a venda dos cartões pré-pagos no Brasil, os usuários deverão informar o número de série do cartão pré-pago vendido no varejo no momento da compra para ter acesso a todos os conteúdos vendidos na iTunes Store.
Google e Facebook acirram disputa
A expansão da iTunes Store para além dos 36 países onde está presente também pode ser uma reação da Apple ao avanço de grandes empresas de internet no mercado de música digital. Na semana passada, o Google anunciou a Google Music Store, que venderá faixas de músicas por US$ 0,99 e também álbuns inteiros. A loja virtual de música funcionará integrada ao Android Market, loja de aplicativos para dispositivos com Android, o maior rival do iPhone e do iPad.
Por enquanto, o serviço do Google funciona apenas nos Estados Unidos. Procurado pelo iG, o Google afirmou que não há previsão da expansão da loja para outros países, como o Brasil.
O serviço Google Music foi anunciado em maio, durante a Google I/O, a conferência anual para desenvolvedores do Google, mas passou por testes durante cerca de seis meses. Se chegar a um número maior de países mais rápido que a iTunes Store, a Google Music Store pode se tornar, junto com o Android, um dos trunfos do Google na disputa com a Apple.
Outra empresa de internet importante, o Facebook também anunciou há algumas semanas um recurso para compartilhar músicas por meio da própria rede social nos EUA. O serviço é possível graças a uma parceria com o Spotify, serviço de assinatura de streaming de música. A empresa também não divulgou quando pretende expandir o serviço para outros países.
Por Jornal Correio do Povo
Publicado em 21/11/11
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