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Pessoas usando o aplicativos em smartphones

O Google lançou uma versão em português de seu manual The Mobile Playbook – Um Guia Para Executivos Ocupados Vencerem No Mercado Mobile. No documento, a empresa traz uma série de dicas sobre como é possível começar e aperfeiçoar os negócios com o desenvolvimento de apps para aparelhos como smartphones e tablets.
 
O manual é gratuito e reúne cinco perguntas cruciais que todos os executivos devem responder antes de colocarem em prática o desenvolvimento de apps. Todos os passos são explicados de forma didática, com informações objetivas e cases de empresas que estão tendo sucesso com seus aplicativos.
 
O primeiro passo para uma estratégia bem sucedida, explica o manual, é compreender o que é de fato importante para a experiência de consumidores no momento em que acessam a internet através de um smartphone. Para ilustrar essa dica, é citado como exemplo de case o app iba, da Editora Abril. O serviço é uma banca eletrônica que organiza as edições de todas as revistas do grupo, e-books e títulos de diferentes editoras e jornais.
 
Depois de compreender quem é o seu usuário, o próximo passo sugerido é que o executivo comece a usar aplicativos diferentes. O manual lembra ainda que existem três pontos essenciais que devem ser levados em conta na estratégia móvel da empresa.
 
O primeiro: bons aplicativos oferecem entretenimento, utilidade ou ambos. Em segundo, devem ser desenvolvidas versões para os principais sistemas operacionais. Por fim, é preciso promover o uso deste aplicativo.
 
Para o Google, dois exemplos de empresas que conseguiram unir os três pontos de maneira correta são a Petrobrás, com seu app sobre o campeonato brasileiro de futebol, e o site de compras coletivas Peixe Urbano, que funciona em mais de cem cidades do país.

Por Exame.com

Publicado em 08/10/12

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App de mapas da Apple no iPhone 4S


A Apple liberou, nesta quarta-feira, o iOS 6, nova versão do seu sistema operacional móvel, para instalação em modelos recentes do iPhone, do iPad e do iPodtouch. Quem fez a atualização deve ter notado que o ícone do YouTube sumiu da tela inicial. Além disso, tocando em Mapas, surge o novo aplicativo da Apple, com mapas licenciados da TomTom e de outras empresas, em lugar do anterior, que usava os mapas do Google.

Muita gente não gostou da troca do app de Mapas, principalmente porque o novo não fornece informações sobre transporte público. Há até um ícone com essa opção mas, quando se toca nele, o Mapas mostra uma lista de aplicativos disponíveis na App Store que oferecem esse tipo de informação. Outra reclamação é que muitos nomes de lugares estão incorretos.

A favor do novo aplicativo, vale dizer que ele mostra as instruções de caminho de forma mais clara que o antigo. Elas aparecem na tela em desenhos que imitam placas de trânsito. Mas os brasileiros não têm instruções por voz, necessárias para quem dirige sozinho. Quem quiser ter esse recurso no iPhone pode comprar o app TomTomBrasil. Seu preço, 40 dólares, é alto para os padrões da App Store. Mas é muito menos do que custa um GPS avulso. Além disso, é possível ter de volta tanto o Google Maps como o YouTube. Vejamos como.

Google Maps

O Google não disse se vai lançar ou não um app do Maps nativo para o iPhone. Enquanto isso não acontece, a solução é instalar o aplicativo da web. No browser Safari do iPhone, navegue até o endereço maps.google.com.br. Toque no botão que mostra um retângulo com uma setinha para a direita e escolha a opção “Adicionar à Tela de Início” (a própria página do Google mostra uma mensagem sugerindo isso). Um ícone para acesso ao Google Maps será acrescentado à tela inicial. Naturalmente, o app da Apple vai continuar lá, de modo que as duas opções ficarão disponíveis.

YouTube

O Google liberou, na semana passada, seu próprio aplicativo do YouTube para o iOS. O app gratuito mostra anúncios antes dos vídeos, como já acontece com o YouTube no PC. Em compensação, dá acesso a um acervo maior de vídeos, incluindo muitos do site VEVO. Clipes musicais das principais gravadoras são oferecidos oficialmente nele.

O usuário também ganha um menu para acesso rápido aos canais que assinou. E o  sistema de busca inclui o recurso de autocompletar, inexistente no antigo aplicativo da Apple. O novo app ainda traz funções para compartilhar vídeos via Google+, Facebook, Twitter, e-mail e SMS. Mas ainda há trabalho a fazer: embora funcione no iPad, o app não está otimizado para uso no tablet da Apple.

Por Exame.com

Publicado em 20/09/12

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O Google revelou nesta semana duas informações estratégicas para sua rede social, o Google+. 

A primeira é que o site alcançou a marca de 400 milhões de usuários. A segunda é a compra da Nik Software, empresa especializada em imagens. As duas informações sugerem que o Google+ se fortalece para trilhar um caminho inevitável: a batalha com seu maior rival, o Facebook.

O alcance da marca de 400 milhões de usuários foi celebrado por Vic Gundotra, vice-presidente de engenharia da empresa e responsável pelo produto. “Faz apenas um ano que abrimos o serviço para a inscrição pública. Não poderíamos imaginar que tanta gente iria se inscrever nesses 12 meses”, declarou Gundotra. De fato, é um feito quando, se compara o resultado com o de outros atores do segmento.

Para chegar aos mesmos 400 milhões, por exemplo, o Facebook demorou seis anos; o Twitter, cinco. As estatísticas, contudo, suscitam observações. A rede de Mark Zuckerberg demorou a atingir a marca por duas razões: a antiga estratégia do site ao restringir seu ambiente digital a estudantes universitários e a popularidade relativamente pequena de que gozavam as redes sociais à época.

Ao revelar a compra da Nik Software – detentora do Snapseed, maior rival do Instagram – o Google agrega a seu negócio um elemento que é visto como o futuro dos negócios digitais: um mundo móvel recheado de imagens,movimento encabeçado pelo Facebook. Em maio, a maior rede social do planeta gastou 1 bilhão de dólares para adquirir o Instagram, serviço de personalização de imagens que, recentemente, alcançou a marca de 100 milhões de usuários.

Em resumo, o Google, que nasceu na rede como sinônimo de pesquisas digitais, reitera o esforço para impor novos rumos ao negócio. E já sabe que valorizar o compartilhamento de imagens, atividade favorita de nove em cada dez usuários de plataformas sociais, contribui para a evolução.

Por Veja.com

Publicado em 19/09/12

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Afirmar que os “memes” estão cada vez mais populares na internet soa redundante, afinal, é justamente uma das suas definições. Os “memes” são mensagens que se propagam rapidamente na internet, ganham versões e podem ter o seu significado alterado conforme a situação. E, claro, geralmente se trata de uma mensagem divertida.

Um “meme” pode se originar a partir de uma foto, citação, bordão, caricatura ou qualquer outro tipo de ilustração engraçada que se popularize rapidamente na internet, mesmo que a intenção original não tenha sido essa.

E, claro, muita gente quer criar a sua própria versão para compartilhar com os amigos. Por isso, nesta coluna irei apresentar serviços gratuitos e aplicativos que geram “memes” no formato de imagem para serem postadas em sites, blogs e redes sociais.

Aplicativos:
“Keep Calm and Carry On”, em tradução livre, significa “Tenha calma e siga em frente”. A sua origem é muito anterior à existência da internet. Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo do Reino Unido criou um cartaz motivacional para o caso de a Grã-Bretanha ser invadida pelos alemães. Ele tinha como propósito levantar a moral em caso de um ataque.

Inspirado no histórico cartaz, é possível encontrar variações muito divertidas para serem usadas como “meme”. Usuários do Android podem encontrar o aplicativo para personalizar o seu próprio “cartaz”. Também está disponível para iOS uma aplicativo semelhante. No programa, é possível alterar o ícone, a cor de fundo e o texto do seu interior. Além de permitir que seja salvo, também é possível compartilhar nas principais redes sociais.

Serviços:
Para gerar “memes” também é possível contar com diversos sites, entre eles o Meme Generator. Por meio do site, é possível selecionar os principais temas, inclusive com o eterno “trapalhão” Mussum.  Para criar o “meme”, basta selecionar o template, adicionar o texto, salvar ou compartilhar no Facebook e Twitter.

Outros serviços gratuitos para a geração de “memes”:
– Quickmeme
– Troll Me
– Meme Center

Por G1.com
Publicado em 18/09/12

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Quando jogava tênis com os amigos em Belo Horizonte, Hugo Barra nem sonhava em chefiar um dos maiores softwares do mundo - usado por mais de 300 milhões de pessoas todos os dias. Paulo da Silva sempre adorou música. Mas não sabia que iria montar uma jukebox virtual com 15 milhões de MP3. 

Alex Kipman gostava de ir às praias de Natal, tanto que usou esse nome para batizar um gadget - mas não sabia que ele viria a transformar completamente a interação entre as pessoas e as máquinas. 

E, quando Mike Krieger saiu de São Paulo para ir estudar nos EUA, nem passava pela sua cabeça que, com apenas 26 anos, venderia um aplicativo por US$ 1 bilhão. Hugo é gerente mundial do Android, o sistema operacional do Google para celular. 

Paulo é o funcionário número um do Grooveshark, que está entre os maiores sites de música da internet. Mike é o criador do Instagram, um dos aplicativos mais baixados do mundo. E todos eles são brasileiros.

O Brasil está na linha de frente dos projetos tecnológicos mais quentes do momento. E, sim, isso tem a ver com o nosso jeitinho - no bom sentido. "Nós não somos sistemáticos, obedientes e cooperativos como os japoneses. Tampouco temos o voluntarismo, a liderança e o preparo científico dos americanos. Mas a criatividade e a capacidade de improviso típicas do brasileiro explicam sua ascensão no mundo da tecnologia", diz Milton Campanário, professor da Faculdade de Economia e Administração da USP. É graças a esse estilo, mais grandes doses de esforço e sorte, que os brasileiros estão conquistando o Vale do Silício.

Filho de um executivo que rodava o mundo a negócios, Mike Krieger e sua família saíram de São Paulo para morar em Portugal quando ele tinha apenas 4 anos. Nessa época, ganhou seu primeiro computador. Depois de morar em cidades como Miami e Buenos Aires, voltou ao Brasil aos 15 anos. Não ficou muito. Aos 18 anos, ele foi para a Universidade Stanford, nos EUA, uma das melhores do mundo. Mike foi estudar Symbolic Systems (Sistemas Simbólicos), uma disciplina cabeçuda que mistura matérias como programação, design e filosofia. Mas, no terceiro ano do curso, conheceu um americano chamado Kevin Systrom e juntos eles tiveram a ideia de criar algo bem despretensioso: um aplicativo que deixava as fotos com cara de filme fotográfico antigo. Nascia o Instagram, que já no primeiro dia teve 20 mil downloads. O aplicativo foi ganhando popularidade até que, em abril deste ano, acabou comprado pelo Facebook por US$ 1 bilhão. Mesmo com US$ 100 milhões a mais na conta - é o valor que Mike vai embolsar -, ele diz que seus hábitos não mudaram e continua indo de bicicleta para o trabalho (a sede da empresa, com apenas 13 funcionários, fica em São Francisco). "Estou realizando meu sonho: criar uma empresa que tenha um grande impacto", conta. Mike vem uma vez por ano ao Brasil e diz ter vontade de colaborar com o desenvolvimento do país. "Eu continuo superinteressado no futuro das empresas de tecnologia no Brasil."

DE MINAS PARA O ANDROID

O mineiro Hugo Barra, 35 anos, estudou em um colégio pacato de Belo Horizonte, ao lado de um zoológico. Foi cursar engenharia elétrica na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Até que um dia, durante uma partida de tênis, um amigo comentou com ele sobre o Massachusetts Institute of Technology (MIT), universidade que está entre os maiores centros tecnológicos do mundo. Hugo ficou encantado e começou a estudar para tentar entrar no MIT - o que conseguiu um ano depois. Cursou ciências da computação, foi trabalhar no laboratório de inteligência artificial do MIT e montou uma empresa de softwares de reconhecimento de voz. Chamou a atenção do Google, que em 2008 o contratou para trabalhar no Android (em substituição, aliás, a outro brasileiro: Mario Queiroz, que estava indo dirigir o projeto Google TV).

Hugo começou adaptando os serviços do Google, como busca e Gmail, para os celulares. Foi subindo na hierarquia da empresa até se tornar gerente mundial do Android. "Nós queremos ter certeza de que o sistema operacional é o melhor e mais rico possível", diz. Em suas horas de folga, Hugo gosta de jogar squash e dançar salsa.

O curitibano Alex Kipman também tem um lado musical: gosta de tocar piano para arejar as ideias. Mas foi o silêncio do campo que o inspirou. Nas semanas de 2007 em que se hospedou na chácara da tia, no Paraná, ele se sentiu muito feliz. Imerso no clima do campo, começou a refletir sobre como a tecnologia às vezes escraviza as pessoas, com botões, telas e comandos aos quais os humanos têm de se adaptar - e não o contrário. Fez algumas anotações em um caderninho preto, que sempre levava consigo. Delas surgiu o chamado Projeto Natal, mais tarde rebatizado de Kinect. É o aparelho da Microsoft que permite controlar games com os movimentos do corpo, e já vendeu 18 milhões de unidades. Foi o começo de uma nova era para o mundo digital. "Um mundo onde a tecnologia entende você para que você não tenha de entendê-la", declarou ao New York Times.

Alex entrou em contato com a tecnologia aos 5 anos, por meio dos jogos do Atari 2600 - presente do pai diplomata e embaixador do Brasil no Haiti. Por causa da profissão paterna, Kipman morou também em Brasília, Roma e Miami. Por volta dos 10 anos, começou a aprender computação. Mais tarde, foi fazer faculdade de engenharia de software no Rochester Institute of Technology, em Nova York. Aos 19 anos, montou uma empresa de tecnologia, que não deu certo. Foi trabalhar para a Nasa, escrevendo soft-wares para supertelescópios. Acostumou-se a dormir pouco, às vezes 3 horas por noite.

A entrada na Microsoft foi inesperada. Kipman recebeu um telefonema da empresa - um contato surgido "do nada", como ele mesmo diz. Ele usava softwares de código aberto e não era fã da Microsoft. Mas, ao chegar lá, foi recebido por ninguém menos do que Bill Gates. Alex disse que ficou "embasbacado". E aceitou a oferta de emprego. Trabalhou em produtos como o Windows Vista até que um dia, de férias, teve a ideia do Kinect. Hoje, é "diretor de incubação" da Microsoft, responsável por novas tecnologias. E, para economizar tempo, só lê e-mails uma vez por semana. Mesmo quem trabalha com tecnologia precisa de um tempo desconectado.

Paulo da Silva se sentia assim quando ganhou o primeiro computador, na infância. "Eu não o entendia muito bem", diz. Mas seu interesse foi aumentando. Aos 12 anos, Paulo entrou num curso de programação de software e começou a desenvolver programas para empresas de amigos e parentes. O pai dele recebeu um convite de trabalho e se mudou para os EUA, levando a família. Em 2006, Paulo foi estudar engenharia da computação na Universidade da Flórida. "Meu sonho era criar uma empresa de desenvolvimento de software", comenta. Nada disso. Paulo ficou sabendo que um site desconhecido, o Grooveshark, estava procurando seu primeiro funcionário. Ele é uma jukebox virtual, ou seja, um site em que você pode entrar e ouvir qualquer música na hora sem precisar baixá-la para o seu computador. Hoje, o site tem um acervo com 15 milhões de músicas e mais de 30 milhões de usuários.

Mas em 2006 não era assim. Quando Paulo chegou à sede da empresa, encontrou os três fundadores de bermuda e chinelo. Se é que dava para chamar aquilo de sede: uma sala onde não havia nem mesas e os computadores ficavam em cima de caixas de papelão. Mesmo assim, Paulo quis o emprego - e foi contratado. Hoje é engenheiro sênior do site. Ele mora em Gainesville, Flórida, cidadezinha de 124 mil habitantes, onde fica a sede do Grooveshark. E quer ajudar outras pessoas - brasileiras inclusive - a chegar lá. "Meu sonho é mudar a educação na área de ciências da computação. As faculdades aqui são caras e não ensinam tudo o que você deve saber para conseguir um emprego." Inteligência, estudo, trabalho. E um pouco de gingado.

Alex Kipman
Inventor do Kinect - Nascido em Curitiba, PR, 33 anos
Durante as férias na chácara da tia, teve uma grande ideia.

Paulo da Silva
Eng. sênior no Grooveshark - Nascido em São Paulo, SP - 24 anos
A empresa nem mesas tinha. Mas ele topou traba-lhar lá: e se deu bem.

Hugo Barra
Gerente mundial do Android - Nascido em Belo Horizonte, MG - 35 anos
Cismou de estu-dar nos EUA. Até chamar a aten-ção do Google.

Mike Krieger
Criador do Instagram - Nascido em Araxá, MG - 26 anos
Apostou em uma ideia despreten-siosa - que hoje vale US$ 1 bilhão.


Para saber mais

What Makes Silicon Valley Tick?
Tapan Munroe, Nova Vista Publishing, 2009.

Por Super Interessante
Publicado em 15/06/2012

Comentários (3) | Trackbacks (0) | Permalink

Google 

A Apple inicia hoje a sua conferência anual, onde marcarão presença todos os grandes protagonistas do universo da empresa de Palo Alto, menos aquele que, de certa forma, está no topo da agenda: a Google. 

Mais do que nunca, o fabricante do iPhone encontra-se metido numa batalha com o motor de busca gigante em vários terrenos: smartphones, a nuvem, e luta sem quartel pelos cérebros dos melhores engenheiros de software.
 
A Apple anuncia hoje a sua aplicação para fazer frente ao Google Maps, uma das aplicações mais apreciadas do iPhone. Vai ainda mostrar uma maior integração das aplicações do iPhone e do serviço de armazenamento iCloud, no que constitui um novo capítulo na batalha contra o Android, o software para smartphones da Google. 

Poderá ainda promover o Siri, um interface de voz que a empresa acredita que pode continuar a diferenciar o iPhone e o iPad, do Android.  Finalmente, é ainda possível que surja uma nova linha de portáteis Macintosh.

Desta forma, a Apple procura diferenciar os seus dispositivos móveis do Android da Google, tentando os consumidores com a aplicação, diz Carolina Milanesi, analista da Gartner Research, citada pelo jornal espanhol Expansion. 

“Trata-se, basicamente, da oportunidade de vender mais”, adianta, frisando que “os consumidores do Android não estão obrigatoriamente atados ao da mesma forma que estão os da Apple”.

Os rivais, que lutam em campos distintos, usam armas diferentes. O controle férreo da Apple sobre os seus sistema contrasta com a atitude «livre para todos» da Google. 

A aproximação a um sistema aberto, que lembra a bem sucedida estratégia de Microsoft de criar software standard para uma larga variedade de equipamentos, tem permitido ao Android segurar a liderança do mercado de smartphones.

Por Portal Dinheiro Vivo
Publicado em 11/06/2012
Comentários (112) | Trackbacks (0) | Permalink

Facebook Camera permite edição de imagens, adição de filtros e compartilhamento rápido (Foto: Reprodução) (Foto: Facebook Camera permite edição de imagens, adição de filtros e compartilhamento rápido (Foto: Reprodução)) 

O Facebook lançou nesta quinta-feira um aplicativo destinado a dispositivos móveis para editar e publicar imagens em sua plataforma, um serviço já prestado pelo popular Instagram, que foi comprado pela rede social há menos de dois meses por US$ 1 bilhão.

O Facebook Camera é gratuito e foi lançado somente para sistemas operacionais iOS, da Apple, segundo indicou a empresa californiana em seu blog.

A ferramenta basicamente reproduz o processo de publicação de fotografias do Facebook, embora traga algumas novidades, entre elas a possibilidade de subir à rede social várias imagens simultaneamente.

O Facebook Camera oferece acesso às fotografias publicadas pelo usuário em seu perfil e às carregadas por seus contatos, tem a função 'curtir' e permite fazer comentários.

O aplicativo inclui um software de edição com um menu de opções pré-definidas muito similar ao existente no Instagram.

A imprensa especializada dos Estados Unidos vê no Facebook Camera um concorrente direto ao Instagram, que ostenta mais de 30 milhões de downloads em dispositivos da Apple e em 2011 foi eleito o melhor aplicativo para iPhone.

'O Instagram estava tomando o controle sobre as fotos em dispositivos móveis, e o Facebook não podia esperar para ver essa empresa avançando enquanto ainda trabalhava para aperfeiçoar o Facebook Camera', disse Mike Isaac, jornalista do blog All Things Digital, pertencente ao grupo 'The Wall Street Journal'. EFE

Por Veja.com

Publicado em 25/05/2012

Foto Globo.com

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Desenhos representando Tom Hanks e Mozart no jogo Draw Something 
6 bilhões de desenhos como estes (representando Tom Hanks e Mozart) já foram criados no Draw Something 


Com 50 milhões de downloads em apenas dois meses, Draw Something é o jogo para smartphones de mais rápido crescimento de todos os tempos. O número foi divulgado pelo site americano VentureBeat.

Criado pela OMGPOP, empresa comprada pela Zynga em março, o Draw Something lembra o jogo de tabuleiro Imagem & Ação (chamado Pictionary nos países de língua inglesa). Nele, duas pessoas se alternam. Cada uma  faz um desenho para a outra adivinhar a que palavra ele se refere. 

A Zynga – dona de games de sucesso como Mafia Wars e Farmville – pagou 180 milhões de dólares pela OMGPOP, que tem um cardápio de 36 jogos sociais. O Draw Something teve sucesso instantâneo. A Zynga diz que, já no dia do lançamento, Draw Something atingiu o ritmo de 3 desenhos por segundo. Seis semanas depois, esse número tinha subido para espantosos 3 mil desenhos por segundo. Na metade de março, o jogo ocupava o topo do ranking da App Store na categoria jogos pagos em 84 países.

O VentureBeat diz que 6 bilhões de desenhos já foram feitos no Draw Something. O jogo está disponível apenas em inglês e, para jogá-lo, é preciso ter algum conhecimento do idioma. Segundo a Zynga, as palavras mais desenhadas são starfish (estrela do mar), pregnant (grávida), hangman (enforcado), six pack (caixa de cerveja) e boom box (aparelho de som portátil).

O Draw Something tem uma versão grátis e outra que custa 0,99 dólar. A diferença entre as duas é que o app gratuito exibe anúncios. O jogo está disponível tanto para Android como para iPhone e iPad. No entanto, como acontece com muitos outros games de sucesso, ele ainda não chegou à App Store brasileira. Informações não oficiais indicam que a Apple se prepara para abrir sua loja de jogos no Brasil ainda neste mês. O Draw Something poderá estar entre os títulos disponíveis nela.
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O serviço diz que atualmente funciona apenas em lojas de São Francisco e de Nova York.

[ i ]Tagtile foi adquirida pelo Facebook.









Após fazer a aquisição do Instagram, o Facebook comprou a Tagtile, um startup responsável pelo desenvolvimento de um aplicativo para dispositivos móveis que gere o relacionamento entre clientes e empresas e procura promover a fidelização de consumidores via smartphones. 

O Facebook, que prepara sua estreia na Bolsa, fez a compra de praticamente todos os ativos da empresa com sede em São Francisco e disse que os fundadores da Tagtile, assim como os do Instagram, também farão parte do corpo de funcionários da rede social. Os termos financeiros do acordo de compra não foram revelados pelas duas companhias.

A Tagtile fundada pelos dois jovens empreendedores Abheek Anand e Soham Mazumdar tem uma aplicação - desenvolvida para Android e iOS - que facilita as empresas a oferecer os famosos "rewards", recompensas para clientes das contratantes com uma espécie de "cartão de fidelidade universal". "Se você já perdeu um cartão de sua loja favorita, o deixou em seu outro jeans, ou sofria da Síndrome da Carteira Gorda de tanto levar muitos deles, o Tagtile é para você", diz a companhia na descrição do aplicativo na App Store, da Apple.

O Tagtile oferece informações como quem e quantas vezes visitou uma loja (check-in) e monitora a frequência dessas visitas para oferecer prêmios aos consumidores mais fiéis. Espera-se que a compra dê novo fôlego ao Facebook Ofertas, que a rede social oferece para páginas de marcas.

"Estamos felizes em anunciar que estamos nos unindo ao Facebook, e que eles estão adquirindo todos os nossos ativos", disse a TagTile em post no seu site. "É uma grande oportunidade para atingirmos o nosso objetivo - ajudar as empresas a crescer - e fazê-lo em uma escala muito, muito maior do que poderíamos fazer em nosso próprio negócio", completou.

O aplicativo promete ser mais simples e divertido registrando os gastos em uma loja no celular do cliente que recebe "tags" por eles. Quanto mais tags, mais recompensas ao consumidor. 

Por D24am.com

Publicado em 16/04/2012

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Sistema foi disponibilizado na última segunda-feira, 26/03, pela SPTrans e traz informações sobre 160 pontos dos corredores de ônibus
 
O paulistano já consegue consultar o horário exato de chegadas de ônibus em um aparelho celular. A SPTrans, empresa que administra o transporte na capital, disponibilizou na última segunda-feira o serviço que faz parte do programa “Olho Vivo”. 

O passageiro é informado do horário de parada de ônibus, inicialmente, em 160 pontos (de 16 mil) que fazem parte dos seis corredores inteligentes, e recebem informações por cabos de fibra ótica. As informações estarão disponíveis no site do sistema na internet.

De acordo com a SPTrans, o sistema acertou 67% dos horários durante os testes realizados. Com uma tolerância de dois minutos, o percentual sobe 90%.


Por WSI Marketing Digital
Publicado em 30/03/2012
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