Avenida Paulista, nº 1765 - 7º andar – Conj. 72
Bela Vista – São Paulo / SP – CEP: 01311-200
+55 (11) 3170.3075
Bookmark and Share
  • Home
  • Serviços
    • Desenvolvimento Sites
    • Links Patrocinados(PPC)
    • Otimização Sites (SEO)
    • Mídias Socias (SMO)
    • Mobile Mídia (MMO)
    • Email Marketing
    • Web Analytics
  • Quem Somos
  • BlogWSI
  • Contato
Peça sua Newsletter

Mais Informações

Peça seu Webscan™

Mais Informações

WSI Marketing Digital Blog

 
Criador do Facebook Disconnect quer estender a proposta de interromper o monitoramento dos usuários a diversos sites, incluindo Google e Twitter.

Em outubro de 2010 o engenheiro da Google Brian Kennish criou o Facebook Disconnect: uma extensão do Chrome que impede a rede social de monitorar quais sites você acessa. Ele remove, por exemplo, as opções "Curtir" e "Recomendar" que aparecem nas páginas de alguns portais. O complemento gratuito foi um sucesso refletido no número de downloads – já ultrapassou a marca dos 230 mil.

Em seguida, Kennish lançou o Disconnect, que aplica o mesmo conceito da extensão anterior aos sites Digg, Google, Twitter e Yahoo. Com mais de 400 mil usuários ativos semanalmente em seus produtos, agora ele quer tornar a iniciativa uma empresa de verdade, a Diconnect.me, em parceria com outro ex-engenheiro da Google, Austin Chau, e com o advogado especializado em direito do consumidor Casey Oppenheim, segundo informações do Tech Crunch.

A empresa, que foi oficialmente fundada no ano passado, está construindo uma plataforma digital para que os usuários tenham controle sobre o que farão com seus dados online, já que os executivos acreditam que essas informações pertencem aos internautas, e não às empresas de internet.

A equipe já levantou 600 mil dólares em financiamento, liderado pelo Highland Capital Partners.

Como forma de oferecer resposta à nova política de privacidade da Google, a empresa já anunciou o lançamento do Google Disconnect e também do Twitter Disconnect, para os navegadores Chrome, Firefox e Safari. 

Na era dos super-cookies, resultados de pesquisa personalizados e compartilhamento infinito, o Disconnect.me pode oferecer soluções para o bloquear o monitoramente dos internautas. E a propósito, o novo serviço não irá coletar seu endereço de IP ou qualquer informação pessoal, a menos que você queira das às empresas online o seu endereço de e-mail, é claro.

Por IDG Now!

Publicado em 26/03/2012

Comentários (4) | Trackbacks (0) | Permalink

MegaUpload

Fundador do site havia anunciado planos de inagurar serviço similar aos prestados por gravadoras musicais

O último capítulo da novela que virou o caso do Megaupload deixa dúvidas acerca dos motivos reais que levaram autoridades americanas a tirarem o site do ar. Agora, segundo informa o site Slashgear, novas evidências sugerem que o site estava se preparando para atacar a indústria fonográfica diretamente, com o lançamento de um novo serviço, o Megabox.

O serviço tinha o objetivo de ser uma espécie de gravadora que iria distribuir e armazenar músicas. Até aí tudo bem, não fosse a estratégia de Dotcom e sua equipe para atrair a clientela. O Megaupload prometia repassar 90% do lucro da venda do conteúdo diretamente para as mãos dos artistas. E mais: quem disponibilizasse sua obra de graça receberia a mais por isso.

E 2012, de acordo com o alemão, seria o ano da divulgação de acordos exclusivos entre o Megaupload e artistas descontentes com a maneira como o mercado é conduzido pelas grandes gravadoras, considerado por ele “um modelo ultrapassado”. “As gravadoras não tem resposta para a realidade dos novos tempos”, completou.

É quase impossível comprovar que o serviço idealizado por Dotcom e sua equipe foi visto como ameaça por grandes gravadoras. Também não é claro se esse fato teve alguma coisa a ver com a maneira como o caso do Megaupload foi conduzido por autoridades americanas.

De qualquer modo, todos os projetos do Megaupload e outras propriedades da empresa estão nas mãos do FBI. Isso significa que, pelo menos por ora, a indústria do entretenimento não precisa se preocupar com um possível novo modelo de negócio que force remodelações no mercado. E, caso ele inevitavelmente apareça, pelo menos não virá das mãos do atual inimigo nº1 da indústria do entretenimento.

O caso envolvendo o Megaupload parece ter amedrontado sites de compartilhamento de arquivos. O Filesonic, um dos maiores em atividade, cancelou novos uploads e bloqueou o download para terceiros. A mesma atitude também foi tomada por outras empresas que prestam este tipo de serviço.

Por Exame.com
Publicado em 24/01/12
Comentários (4) | Trackbacks (0) | Permalink

Dia de manifestações terminou esvaziado pela não adesão dos principais serviços de internet, como Google, Facebook e Twitter

Deputado Lamar Smith, o autor da Sopa

Segundo a proposta de Smith, devem ser bloqueados nos Estados Unidos sites estrangeiros que abrigam conteúdos que infrinjam as leis de direitos autorais

O dia de manifestações na web contra a Sopa, um projeto de lei americano que pode restringir a liberdade na web, terminou esvaziado pela não adesão dos principais serviços de internet, como Google, Facebook e Twitter. Dos 10 maiores sites em audiência no mundo, apenas a Wikipedia ficou fora do ar nesta quarta-feira.

No final de 2011, tanto Google como Facebook e Twitter manifestaram-se publicamente contra o projeto de lei chamado de Sopa que prevê bloquear sites e cortar seu acesso a serviços de pagamento digital, como Paypal, quando estes forem acusados de fomentar a pirataria online.

Nesta quarta-feira (18), dia agendado para o protesto, no entanto, os principais serviços da internet mantiveram suas operações inalteradas. O Google publicou um link para um manifesto, em sua página inicial Google.com, mas não deixou nenhum serviço fora do ar. Já o Facebook limitou-se a publicar uma mensagem no perfil de seu fundador, Mark Zuckerberg, condenando a proposta que tramita no Congresso americano.

A posição mais controversa foi a exibida pelo Twitter. Embora o serviço de microblog tenha manifestado, no início deste ano, repúdio ao projeto Sopa, Dick Costolo, CEO do Twitter, não só vetou a entrada de seu site na onda de protestos como classificou como “bobagem” tirar sites internacionais do ar por conta de uma lei que afetará exclusivamente o mercado americano.

Na verdade, como grande parte dos sites acessados em todo o mundo está hospedada nos Estados Unidos, a aprovação de uma lei rigorosa lá acarretaria em limitações ao acesso à web em todo o mundo.

Entre as grandes empresas de tecnologia e internet, Apple e Microsoft mantêm uma postura discreta em relação ao projeto Sopa, embora alguns de seus porta-vozes tenham manifestado preocupação com exageros no texto da lei proposta pelo deputado republicado Lamar Smith, autor da Sopa, cujo significado, em inglês, é Stop Online Piracy Act.

Entenda o caso

Segundo a proposta de Smith, devem ser bloqueados nos Estados Unidos sites estrangeiros que abrigam conteúdos que infrinjam as leis de direitos autorais – como cópias ilegais de vídeos, músicas e fotos. O projeto prevê ainda que o bloqueio seja feito também por serviços de busca, como o Google, e de pagamento eletrônicos, como o PayPal. A publicidade nos sites estrangeiros infratores também deve ser cancelada.

O projeto de lei conta com o apoio das empresas de mídia, estúdios de TV e gravadoras de música. O magnata das comunicações chegou a classificar os críticos da lei como “piratas do Vale do Silício”, acusando-os de lucrar com o conteúdo de terceiros. Associações como a MPAA, que reúne os estúdios americanos de cinema, classificaram os protestos de hoje como “irresponsáveis”.

Chris Dood, presidente da MPAA afirmou que as manifestações de hoje forma um “desserviço aos usuários que dependem destes sites para ter acesso à informação” e “um abuso de poder considerando a liberdade que tais empresas têm hoje no mercado”.

Mesmo se aprovada pelo Congresso, a lei precisará ser sancionada pela Casa Branca. Há uma semana, um porta-voz de Washington manifestou apoio ao respeito aos direitos autorais, mas também disse que o Sopa pode prejudicar a “liberdade de expressão e a inovação”. A declaração foi interpretada como um sinal de que o governo Obama pode vetar alguns artigos da lei, caso ela seja aprovada no parlamento americano.

Pequenos sites protestam

Se os grandes sites não aderiram ao manifesto digital, milhares de pequenos sites publicaram charges, vídeos e manifestações de desapreço ao projeto de Lamar. O texto segue em debate no Congresso e não há data para ser submetido à votação.

As consequências práticas de sua aprovação seriam maior restrição à circulação de conteúdos protegidos na web, limitação de serviços do tipo torrente e P2P, a proibição de sites suspeitos de receber recursos via pagamento digital e a retirada prévia do ar de sites considerados suspeitos.

Segundo a Sopa, os sites acusados de fomentar a pirataria ficariam offline nos Estados Unidos até que conseguissem comprovar, na Justiça americana, que oferecem apenas conteúdo totalmente lícito.

Por Exame.com
Publicado em 19/01/2012

Comentários (6) | Trackbacks (0) | Permalink

  • Wikileaks divulgou 'mapa da espionagem', com empresas fariam interceptação de dados

    Wikileaks divulgou 'mapa da espionagem', com empresas fariam interceptação de dados

O site Wikileaks divulgou nesta quinta-feira (1) um sistema de espionagem em massa realizado por governos de diversos países em telefones celulares, computadores e também nos perfis de redes sociais de seus cidadãos. A prática, diz o documento, é adotada por ao menos 25 nações (entre elas o Brasil) por intermédio de 160 empresas de inteligência.

“Na prática, essa indústria [de espionagem] não é regulamentada. Agências de inteligências, forças militares e autoridades policiais podem, de forma silenciosa, em massa e secretamente, interceptar ligações e controlar computadores sem a ajuda ou conhecimento de empresas de telecomunicações. A localização física do usuário pode ser traçada se ele tiver um telefone celular, mesmo que o aparelho esteja em stand by”, afirma o documento do Wikileaks.

“Nos últimos dez anos, sistemas para espionagem indiscriminada em massa tornaram-se a regra. Empresas de inteligência como a VasTech vendem secretamente equipamentos que registram de forma permanente chamadas telefônicas de nações inteiras. Outras gravam a localização de cada telefone celular em uma cidade (...). Sistemas para infectar cada usuário do Facebook ou de smartphone de um grupo inteiro de pessoas estão no mercado de inteligência”, diz o documento do Wikileaks.Esse vazamento foi chamado de projeto Spy Files (arquivos espiões) e, segundo o Wikileaks, mais informações serão publicadas sobre esse tipo de espionagem ainda nesta semana e também no próximo ano. O projeto fala ainda sobre a existência de muitas empresas que vendem equipamentos de espionagem em massa para agências de inteligência.

Brasil
A equipe do  UOL Tecnologia entrou em contato com a Suntech, única empresa brasileira listada pelo site, que negou fazer interceptação de dados em massa – algo ilegal no país. Em seu site, a companhia baseada em Florianópolis define ser uma “empresa global que fornece inteligência em comunicações e soluções líderes de mercado para interceptação legal, retenção de dados e gerenciamento de rede para importantes fornecedores de serviços de comunicação e governos”.

Segundo a equipe de marketing da Suntech, só são interceptados dados de indivíduos mediante autorização judicial e isso nunca é feito em massa. A empresa brasileira acredita ter parado na lista porque – assim como as outras companhias que aparecem no mapa divulgado pelo Wikileaks – participa regularmente de um evento do setor chamado ISS (Intelligent Support System).

"Ditadores" 
Para exemplificar como esse mercado funciona, o documento afirma que quartos com equipamentos de escuta foram encontrados neste ano, quando os ditadores do Egito e Líbia caíram – esses sistemas seriam responsáveis por monitorar os cidadãos no telefone e também na internet.

Outras companhias internacionais são citadas como desenvolvedoras de softwares que se instalam em computadores e smartphones (iPhones, Blackberries e modelos com plataformas Android) para registrar todo tipo de uso desses dispositivos, movimentos feitos por seus usuários e até mesmo os sons nos ambientes onde os aparelhos se encontram. 

Por UOL Tecnologia

Publicado em 02/12/11

Comentários (4) | Trackbacks (0) | Permalink

Depois de fotos pornográficas e escatológicas no mural de amigos, hackers enviam mensagem de email falsa ameaçando desativar contas em 24 horas caso o usuário não informe dados de login e número de cartão de crédito.

O crescimento de popularidade do Facebook transformou a rede social no mais novo alvo de hackers em busca de informações confidenciais.  Segundo informações publicadas pelo site Hoax-Slayer, mensagens de email falsas (supostamente enviadas pela administração do serviço) afirmam que, caso um determinado link não seja acessado, todas as informações referente a conta de quem o recebeu serão apagadas em 24 horas.

Caso a pessoa acredite na mensagem e clique no endereço, será enviada para uma página onde deve preencher nome, números de cartão de crédito e outras informações pessoais, que seriam usadas para impedir que a conta fosse apagada. O golpe, conhecido como “phising”, é um velho conhecido da internet, e costuma ser usado principalmente por falsários que tentam roubar dados referentes à contas bancárias.

Prejuízos financeiros

Ao ter em mãos  as informações de login usadas no Facebook, os golpistas adquirem a capacidade de espalhar mensagens falsas para um maior número de pessoas. Já as informações referente a dados bancários são usadas para realizar transferências e compras, resultando em grande prejuízo financeiro.

 

As mensagens enganam por usar o mesmo layout que a rede social - porém, basta observá-las atentamente para detectar vários erros de escrita e perceber que o endereço enviado nada tem a ver com o Facebook. O Hoax-Slayer afirma que não se deve clicar em nenhum link suspeito, e lembra que os administradores da rede social nunca pedem aos usuários que enviem suas senhas ou dados bancários para continuar utilizando o serviço.


Por Techtudo

Publicado em 25/11/11

Comentários (9) | Trackbacks (0) | Permalink

Com os dispositivos móveis cada vez mais massificados, as empresas de segurança e consultoria alertam para o incremento de vírus e malwares dedicados aos equipamentos. Segundo elas, os tablets e smartphones com Android, sistema operacional do Google, são os principais alvos dos cibercriminosos, e lançam alertas permanentes. Mas o Google parece disposto a não aceitar calado esse tipo de ação. 


Segundo Chris DiBona, gerente de produtos open source do Google, em entrevista ao portal Gizmodo, a empresa quando é notificada sobre malwares no Android, age rapidamente para removê-lo dos aparelhos ou da loja de aplicativos. E compra briga séria com as empresas de segurança, ao afirmar que "elas estão brincando com seus medos para tentar lhe empurrar programas inúteis de proteção", referindo-se ao desembarque de programas de proteção para dispositivos móveis. 

E ainda contra o que chamou de tom alarmista e 'paranóico', disparou contra as empresas: "são charlatãs e scammers". É fato que consultorias e empresas de segurança alertam para o elevado índice de ações criminosos contra o Android, sistema operacional que está reinando no mundo dos dispositivos móveis. 

De acordo com a Juniper Networks, por exemplo, em julho, houve um crescimento de 42% nos ataques ao dispositivos por meio de criação de malwares, voltados para roubar mensagens, localizações, dados pessoais ou senhas.

Nesta semana foi a vez da McAfee, empresa da Intel, reiterar o alera. Segundo relatório da companhia, “o Android é, claramente, o alvo de pessoas mal-intencionadas”. A McAfee ressalta que a forma mais comum de ataque foi o envio de trojans via SMS que coletam informações pessoais para desvio de dinheiro em operações on-line. 

Uma das novidades detectadas nos ataques, segundo o relatório, é a gravação de conversas telefônicas enviadas aos hackers, que usam os dados para tentativa de roubo virtual.

Por Convergência Digital

Publicado em 22/11/11

Comentários (3) | Trackbacks (0) | Permalink

Mensagens com imagens violentas, cenas de sexo explícito e até fotos de celebridades em ato sexual começaram a aparecer nas atualizações dos usuários sem eles saberem


O Facebook informou na terça-feira que está investigando um ataque de spam que disseminou pela rede uma série de imagens por meio do perfil de usuários insuspeitos. As imagens, com links de internet e vídeos mostrando pornografia e violência, entraram nos campos de notícias de algumas contas nos últimos dias.

Segundo o “Wall Street Journal”, o Facebook disse em comunicado esses usuários possivelmente foram levadas pelos spamers a executar um “javascript malicioso”, colando-o na barra de endereço URL. Dessa forma, começaram a compartilhar conteúdo ofensivo sem saber.

"Tivemos um aumento nos relatos recentemente e estamos investigando e cuidando do assunto", disse o porta-voz do Facebook Andrew Noyes no comunicado. “Proteger as pessoas que usam Facebook do spam e de conteúdo inapropriado é uma de nossas principais prioridades e estamos sempre trabalhando para melhorar nossos sistemas para isolar e remover material que viola nossos códigos", ele acrescentou.

De acordo com o blog da empresa de segurança digital Sophos, o conteúdo disseminado nos spams “incluem pesadas imagens de sexo explícito, fotos criadas no Photoshop que mostram celebridades como Justin Bieber em ato sexual, imagens de extrema violência e até a foto de um cachorro sendo violentado.”

O Facebook e outras redes sociais são alvo fácil para tais ataques porque eles puxam conteúdo de fontes externas, de acordo com o especialista em segurança Paul Ferguson.

"Parece que a cada dia há uma nova ‘ameaça’ no Facebook, mas esta é apenas a nova realidade da web 2.0 e das redes sociais", disse Ferguson. "É alvo fácil para criminosos".

Por O Globo

Publicado em 16/11/11

 

Comentários (25) | Trackbacks (0) | Permalink

Sabe aquelas imagenzinhas distorcidas que alguns sites pedem para você escrever quando vai completar um cadastro, postar um comentário em rede social ou enviar qualquer tipo de informação pela web? Elas se chamam CAPTCHAs. O acrônimo significa “Teste Turing Público Completamente Automático Usado para Diferenciar Humanos de Computadores”, em tradução livre.

O CAPTCHA é usado em sites para que seja possível discernir se você é um robô programado para fazer spam ou uma pessoa de verdade. Não que isso seja alguma garantia, já que alguns spammers burlam tanto o programa quanto o trabalho de digitar as letrinhas para poder infernizar a vida de alguns sites.

Em homenagem aos queridos CAPTCHAS que já encontramos por aí, o site Oddee resolveu listar 12 que são, no mínimo, curiosos. Divirta-se com a lista.

1 - Já teve a sensação de estar sendo xingado pelo CAPTCHA? Em alguns casos a montagem aleatória de letras ou palavras dá resultados bem engraçados e inusitados.

Inclusão de CAPTCHA no Google. (Foto: Oddee)Inclusão de CAPTCHA no Google. (Foto: Oddee)

 

 

 

 

 

 

 

2 – Esse é outro caso em que as letras aleatórias do CAPTCHA acabaram formando uma expressão no mínimo embaraçosa.

Outra inclusão de código no Google. (Foto: Oddee)Outra inclusão de código no Google. (Foto: Oddee)

 

 

 

 

 

 

 

3 – Aqui, o site brinca com o CAPTCHA cujas letras poderiam formar as palavras “shot jews” que significa “atiramos em judeus” em inglês.

Inclusão de código no Google Adwords. (Foto: Oddee)Erro padrão no Google, com código. (Foto: Oddee)

 

 

 

 

 

 

4 – Outra expressão formada pelas letras, dessa vez com palavras que poderiam ser “kill its family”, que significa “mate a família dele(a)”.

Erro padrão no Google, com inclusão de código. (Foto: Oddee)Inclusão de código em fórum. (Foto: Oddee)

 

 

 

 

 

 

5 – Esse CAPTCHA certamente acha ou que os usuários têm muito tempo na web ou que é realmente divertido ficar inserindo símbolos.

Inclusão de código em fórum. (Foto: Oddee)Inclusão de código com símbolos. (Foto: Oddee)

 

 

 

 

6 – Esse código é tão difícil de enxergar, mas tão difícil, que nem spammers e nem usuários... Aliás, ninguém deve conseguir passar pelo site.

Inclusão de código com símbolos.  (Foto: Oddee)Inclusão de código em cadastro. (Foto: Oddee)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

7 – Esse é mais um caso em que a ordem aleatória de letras forma uma palavra engraçada.

Formação de palavra em CAPTCHA. (Foto: Oddee)Formação de palavra em CAPTCHA. (Foto: Oddee)

 

 

 

 

8 – Esse aqui queria dificultar também. O problema é que fica difícil saber quais são as letras em destaque e quais não são.

Inclusão de código com letras embaralhadas. (Foto: Oddee)Código com letras embaralhadas. (Foto: Oddee)

 

 

 

 

 

 

9 – Um CAPTCHA para fãs de matemática. Outro site que aposta no tempo do usuário para ficar inserindo CAPTCHAs.

CAPTCHA com símbolos de matemática. (Foto: Oddee)CAPTCHA com símbolos de matemática. (Foto: Oddee)

 

 

 

 

 

10 – É realmente difícil ver texto nessa imagem. Outra que dificulta a vida de spammers e usuários normais.

CAPTCHA com símbolos de matemática. (Foto: Oddee)CAPTCHA mesclado com cores. (Foto: Oddee)

 


 

 

 

 

 

11 – Esse CAPTCHA do Delicious também parece testar a visão dos internautas.

CAPTCHA mesclado com cores. (Foto: Oddee)CAPTCHA no Delicious. (Foto: Oddee)

 

 

 

 

 

12 – Esse é quase uma mistura de CAPTCHA com teste de aptidão de Q.I. E dá-lhe tempo para ficar inserindo códigos antispam na web...

CAPTCHA com símbolos e figuras. (Foto: Oddee)CAPTCHA com símbolos e figuras. (Foto: Oddee)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Agora, depois de ver esses, você certamente vai lembrar daquela vez em que topou com uma sequência de cinco ou mais CAPTCHAS que simplesmente não conseguiu entender, até simplesmente desistir e sair do site. Tudo para manter (ou tentar manter) nossos queridos spammers fora da web.

Por Rebecca Porphirio, no Portal techtudo

Comentários (17) | Trackbacks (0) | Permalink

Previous 1 Next

Postagens Recentes

  • Manual do Google ensina a fazer negócios na internet móvel
  • Justiça condena Facebook a indenizar vítima de perfil falso no DF
  • Como ter Google Maps e YouTube de volta ao iPhone com iOS 6
  • Com Twitter fora, tráfego do Facebook no LinkedIn cresce 1000%
  • Google deve tomar lugar do Facebook em anúncios nos displays
  • Google+ reúne 400 milhões de usuários e incorpora cópia do Instagram
  • Conheça serviços e aplicativos para criar ‘memes’ para redes sociai
  • Cresce a prática de pagar por comentários em redes sociais. Isso é bom?
  • LinkedIn para empresas: veja como deixar sua marca visível em três passos
  • Twitter cancela o envio de atualizações para o LinkedIn

Tags

internet clientes tecnologia aplicativos antispam kinect facebook segurança google cinema blog iphone microsoft hoteis itunes youtube conteúdo redes sociais apple hotelaria wsi hackers megaupload twitter educação posts brasileiros curiosidades flash imagens foursquare dogsly geo-localização relevância dicas otimização mobile relacionamento privacidade instagram pinterest saúde doodle mídias sociais linkedin produtos televisão marketing digital vale do silicio mapas siri eike batista pirataria steve jobs amazon vídeos empresas hospitalar ipad android gustavo ferraz cães coisas adobe
  • adobe (2)
  • amazon (1)
  • android (3)
  • antispam (8)
  • aplicativos (10)
  • apple (12)
  • blog (7)
  • brasileiros (1)
  • cães (1)
  • cinema (2)
  • clientes (2)
  • coisas (6)
  • conteúdo (56)
  • curiosidades (53)
  • dicas (52)
  • dogsly (1)
  • doodle (1)
  • educação (2)
  • eike batista (1)
  • empresas (122)
  • facebook (56)
  • flash (1)
  • foursquare (8)
  • geo-localização (5)
  • google (59)
  • gustavo ferraz (65)
  • hackers (16)
  • hospitalar (1)
  • hoteis (1)
  • hotelaria (1)
  • imagens (14)
  • instagram (13)
  • internet (138)
  • ipad (8)
  • iphone (9)
  • itunes (4)
  • kinect (1)
  • linkedin (19)
  • mapas (6)
  • marketing digital (56)
  • megaupload (1)
  • microsoft (2)
  • mídias sociais (78)
  • mobile (12)
  • otimização (9)
  • pinterest (2)
  • pirataria (9)
  • posts (10)
  • privacidade (12)
  • produtos (15)
  • redes sociais (68)
  • relacionamento (3)
  • relevância (6)
  • saúde (2)
  • segurança (26)
  • siri (2)
  • steve jobs (5)
  • tecnologia (72)
  • televisão (5)
  • twitter (14)
  • vale do silicio (2)
  • vídeos (5)
  • wsi (36)
  • youtube (8)

Arquivo

  • October 2012 (1)
  • September 2012 (8)
  • July 2012 (1)


Home I Quem Somos I Serviços I BlogWSI I Contato I Site Map
Copyright © 2011 Research and Management (RAM). Built and Powered byWSI.
Privacy Statement